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Ruralistas de MT encontram Lula, pedem sigilo e sinalizam com apoio em maio

  • Foto do escritor: Ely Leal
    Ely Leal
  • 26 de jan. de 2022
  • 2 min de leitura

Entre os presentes na reunião com Lula, estava um dos maiores produtores de algodão do Mato Grosso

Empresários do agronegócio de Mato Grosso que estão abandonando o presidente da República Jair Bolsonaro (PL) participaram de um encontro com Lula (PT) na última quinta (20). Deputados da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e nomes ligados à Confederação Nacional da Agricultura também estavam presentes.

O presidente do PT mato-grossense, deputado estadual Valdir Barranco, confirma a presença dos “pesos pesados” do agro de Mato Grosso. No entanto, pontua que os ruralistas pediram sigilo sobre a participação e devem assumir o apoio a Lula a partir de maio.

Estiveram presentes um dos executivos de uma das maiores empresas de grãos do país, um dos maiores produtores de algodão do Mato Grosso e um dos mais importantes deputados da FPA, entre outros.

A conversa com Lula ocorreu no escritório do advogado Cristiano Zanin, defensor de Lula na Lava Jato.

O jornalista Guilherme Amado, do Metrópoles, revelou que Lula fez acenos com propostas para o setor. Ao tratar de como a ocupação de terras, o petista disse que quer liderar o diálogo entre diferentes segmentos da sociedade para pacificar o país.

O encontro entre Lula e os ruralistas durou quatro horas O ex-ministro Aloysio Nunes (PSDB) foi um dos articuladores. Zanin e o advogado Fernando Tibúrcio organizaram a reunião.

Na reunião, Lula também fez uma rápida explanação ao grupo, dizendo que gostaria de liderar uma concertação nacional para fazer o Brasil voltar a crescer. Disse Lula na reunião:

“Quando deixei o governo, o Brasil vinha num processo de subir, algo que começou antes de mim e eu fui em céu de brigadeiro. O avião estava decolando. Agora, o Brasil está acabando. O avião está caindo”.

O ex-presidente também citou sua idade como um fator que o levaria a querer liderar o processo.

“Estou com 76 anos. Sinto como pessoa que preciso fazer isso pelo Brasil, de deixar esse legado nesses próximos quatro anos”.

Os empresários do agro e os deputados citaram duas preocupações. Disseram precisar de crédito agrícola para o setor crescer mais e quiseram sondar qual será a posição de Lula se voltarem as ocupações de terra, como as promovidas pelo Movimento dos Sem Terra (MST).

Neste caso, Lula disse querer ajudar na construção de pontes para a retomada desse tipo de diálogo. Em sua avaliação, o entendimento foi prejudicado pela polarização do país.




fonte: rdnews com informações do metrópoles

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