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Governos e mercado reagem a impasse sobre novo tarifaço dos EUA

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    elnewspva
  • há 8 horas
  • 2 min de leitura

Líderes na América na Europa cobram previsibilidade e manifestam preocupação com possíveis impactos na balança comercial

A decisão da Suprema Corte dos EUA de considerar ilegais apenas parte das tarifas aplicadas pelo governo sob a liderança de Donald Trump provocou reação imediata de países e empresas que mantêm relações comerciais com a potência norte-americana.

O foco das manifestações recaiu menos sobre o teor jurídico do julgamento e mais sobre seus efeitos práticos no comércio global.

Governos europeus e norte-americanos destacaram a necessidade de estabilidade e previsibilidade nas relações econômicas, diante de anos marcados por incertezas tarifárias e disputas comerciais.

A União Europeia informou, por meio de porta-voz, que analisa cuidadosamente a decisão e mantém diálogo com Washington para compreender os próximos passos da administração norte-americana. 

O bloco ressaltou que empresas de ambos os lados do Atlântico dependem de regras claras e tarifas reduzidas para sustentar investimentos e cadeias produtivas integradas. O governo do Reino Unido afirmou que trabalha para preservar condições comerciais favoráveis com os EUA, enquanto a Suíça declarou que avalia os impactos específicos da medida sobre seus exportadores.

No Canadá, o ministro Dominic LeBlanc afirmou que o entendimento da Corte reforça a posição de que as tarifas eram injustificadas. Ele ponderou, contudo, que alguns setores estratégicos continuam sujeitos a outras taxas aplicadas com base em instrumentos legais distintos.

Associações empresariais europeias classificaram a decisão como um sinal positivo em favor da segurança jurídica. Ainda assim, alertaram para a persistência de incertezas, caso o governo norte-americano utilize outros dispositivos legais para manter ou restabelecer barreiras comerciais.

Nos mercados financeiros, investidores reagiram com otimismo inicial, avaliando que a redução de tarifas pode aliviar pressões sobre cadeias globais de suprimentos e custos de produção.

O presidente Donald Trump reagiu criticando a decisão e sustentou que continuará defendendo medidas para proteger a indústria norte-americana. Segundo ele, sua equipe estuda alternativas legais para manter instrumentos de pressão comercial.

Trump também anunciou a intenção de implementar uma tarifa global de 10% com base em outros dispositivos da legislação comercial dos Estados Unidos. A iniciativa, segundo o presidente, visa “restabelecer condições justas” nas relações com parceiros estrangeiros.


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