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Conselho Federal de Medicina diz que gestão do PT na saúde é "um desastre completo"

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    elnewspva
  • há 9 horas
  • 2 min de leitura

Filiado ao Partido dos Trabalhadores, Alexandre Padilha está pela segunda vez à frente do Ministério da Saúde

Durante entrevista na última quinta-feira, 19, o infectologista Francisco Cardoso criticou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Representante do Estado de São Paulo no Conselho Federal de Medicina (CFM), o médico afirmou que, com o petista no comando, o mês seguinte é sempre pior que o atual.

“Com a turma do Padilha no poder, a única certeza que eu tenho é que este mês vai ser melhor que o mês seguinte”, disse Cardoso. “Nada pessoal, mas ele teve a chance de estar durante anos à frente do ministério e fazer uma revolução no SUS [Sistema Único de Saúde] e na área de atenção primária, mas ele foi uma catástrofe completa.”

Filiado ao Partido dos Trabalhadores, Padilha está pela segunda vez à frente do Ministério da Saúde. Ele exerce na função de ministro desde março do ano passado. No entanto, já havia comandado a pasta durante o primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff, de janeiro de 2011 a fevereiro de 2014.

Perito médico federal do Ministério da Previdência Social e ex-médico assistente da unidade de terapia intensiva do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo, o conselheiro do CFM também definiu o que ocorreu com a saúde pública no Brasil entre os anos que separaram as duas passagens de Padilha no comando do Ministério da Saúde. “Piorou muito”, enfatizou Cardoso.

A atuação do petista Padilha no Ministério da Saúde não foi o único tema da entrevista de Francisco Cardoso. Ele criticou as políticas impostas no país durante a pandemia da covid-19, a permissão para a Universidade Federal de Pernambuco criar turma de graduação em medicina exclusiva para militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e da proliferação de ações woke na área médica, como a validação em alguns países de tratamento hormonal para crianças e adolescentes realizarem a chamada transição de gênero.

A proliferação de cursos de medicina no Brasil e o volume recorde de processos por alegados erros na área da saúde também fizeram parte da entrevista com o infectologista.


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