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Vereador era próximo de membro do CV que levou jovem para emboscada fatal; prints revelam tentativa de criar álibi

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 2 minutos
  • 2 min de leitura

Na extração de dados, a polícia encontrou provas de que ambos sabiam do planejamento do crime e da execução do mesmo

Dados extraídos do celular do vereador Tulio César revelam que ele possuía vínculo próximo com José Geraldo da Silva, vulgo “Padrinho”, apontado como membro de alto escalão do Comando Vermelho em Poxoréu e responsável por atrair Lavignia Gabrielly Guimarães, de 20 anos, para emboscada.

Ambos foram presos por envolvimento no assassinato da jovem com um tiro na cabeça dentro de uma boate. Veja os prints ao fim da matéria.

De acordo com os levantamentos, ambos possuíam uma relação de irmandade, tanto que Aldo tinha o costume de chamar Tulio de padrinho.

Segundo a polícia, esse tipo de apelido é utilizado quando duas pessoas são muito próximas.

Na extração de dados, a polícia encontrou provas de que ambos sabiam do planejamento do crime e da execução do mesmo.

Tanto que, após o assassinato, eles apagaram diversas mensagens trocadas no momento em que a jovem foi assassinada.

Apesar disso, eles deixaram uma conversa registrada horas depois, na qual ambos, claramente, segundo a polícia, combinam um álibi para o crime, simulando que passaram a noite ajudando um amigo que estava com problemas na rua e sobre uma transição financeira.

Câmeras de segurança flagraram o carro do vereador na rua em que o autor do crime, que ainda não foi identificado, foi visto pela última vez.

Em seguida, o carro do vereador foi visto saindo da cidade durante a madrugada e voltando pouco tempo depois.

Em depoimento, o vereador negou que tenha saído de casa, mas não soube comprovar sua alegação. Ele disse que, na hora do crime, estava dormindo.

A morte da jovem foi decretada por Aldo Rodrigues de Sousa, vulgo “D40”, apontado como líder do CV na cidade e atualmente preso no presídio da Mata Grande.

Ele suspeitava que a jovem estava passando informações da facção criminosa para a PM, já que ela possuía aproximação com os policiais da cidade, uma vez que sua mãe trabalhava como faxineira no batalhão.

Para a polícia, fica evidente que o vereador sabia do crime desde a fase de planejamento e atuou diretamente, ajudando o autor do crime a fugir. Enquanto isso, Padrinho foi um dos responsáveis por atrair a vítima até a boate onde ela seria executada.

Ambos seguem presos. O caso segue sob investigação.





Fonte: olhardireto

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