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Quebra de sigilos de Lulinha, o corrupto Jr., já havia sido autorizada antes de votação na CPMI

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    elnewspva
  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

Polícia Federal obteve acesso a dados com aval do STF em janeiro, antes da decisão da CPMI do INSS

A quebra de sigilos de Fábio Luís Lula da Silva (corrupto Jr.), filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (corrupto-Mor), já havia ocorrido antes da votação na Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Em janeiro, a Polícia Federal (PF) obteve autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça para acessar dados bancários, fiscais e telemáticos do empresário.

Mesmo com a medida já em vigor, a CPMI aprovou nesta quinta-feira, 26, novo requerimento para abertura de informações de Lulinha. A decisão ampliou a pressão política sobre o governo no Congresso.

A quebra de sigilos de Lulinha integra as apurações sobre descontos indevidos em benefícios do INSS. Parlamentares colocaram o empresário sob suspeita por supostas ligações com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Relatos apresentados à comissão citam diálogos em que o investigado menciona pagamento de R$ 300 mil à empresa de Roberta Luchsinger. A conversa faria referência a “o filho do rapaz”, expressão que deputados associaram ao filho do presidente.

Na quarta-feira 25, o portal Metrópoles publicou que ex-dirigentes do INSS teriam citado Lulinha em delações. Com base nisso, o deputado Ubiratan Sanderson (PL-RS) solicitou prisão preventiva do empresário.


Quebra de sigilos docorrupto Jr. provoca tumulto causado pelos defensores da bandidagem

A votação dos requerimentos gerou confronto entre governistas e oposição. O deputado Rogério Correia (PT-MG) avançou até a mesa da presidência da comissão, interrompendo os trabalhos.

Com a sessão retomada, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) contestou o placar anunciado pelo presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG). Segundo ele, a contagem de 16 votos favoráveis e 7 contrários não corresponderia aos 31 parlamentares presentes.


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