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PT da Coreia do Norte reelege narco ditador assassino Kim Jong-un secretário-geral

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 6 horas
  • 2 min de leitura

O ditador comunista está no cargo de líder máximo da agremiação há 15 anos

O narco ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, de 42 anos, foi reeleito secretário-geral do Partido dos Trabalhadores (PT), agremiação política dominante na ditadura comunista asiática. Ele está no cargo de líder máximo do partido desde 2011 — há 15 anos, portanto, e seguirá por mais cinco. Com isso, continua no governo do país asiático.

A eleição interna ocorreu no último domingo, 22, depois de quatro dias de congresso do partido, realizado a cada cinco anos. Durante o evento, também foram eleitos membros do Comitê Central e algumas regras do partido foram modificadas, informou a agência estatal KCNA.

Segundo a agência, Kim foi reeleito graças à “vontade inabalável e ao desejo unânime” dos milhares de delegados do Partido dos Trabalhadores.

Alinhados ao regime, os delegados comunistas destacaram “as conquistas” do ditador e citaram o desenvolvimento de “mísseis capazes de atingir aliados dos Estados Unidos na Ásia e até o próprio território americano”, sinalizando que o foco estratégico será mantido nos próximos cinco anos.

O evento ocorre em um contexto de fortalecimento de laços entre Coreia do Norte e Rússia, sobretudo na cooperação que envolve a Guerra na Ucrânia, e crescente aproximação com a China. Kim esteve em Pequim em setembro passado para um encontro com o ditador chinês, Xi Jinping.

Especialistas avaliam como provável o anúncio de novas metas militares pelo ditador, incluindo o reforço das forças convencionais e sua integração com capacidades nucleares, além da reafirmação da campanha por “autossuficiência” econômica, impulsionada pela retomada do comércio com a China e exportações de armas para a Rússia depois da pandemia.


Postura militar e mudanças internas

O Partido dos Trabalhadores declarou que Kim desenvolveu forças nucleares capazes de enfrentar “qualquer ameaça de agressão” e “qualquer forma de guerra”, atribuindo a ele o mérito de assegurar o futuro do país e de “elevar o orgulho e a autoestima” nacionais, informou a KCNA.

A agência estatal Xinhua da ditadura chinesa noticiou que Xi Jinping enviou felicitações a Kim pela recondução ao cargo.

A ditadura norte-coreana rejeitou ofertas de diálogo de Washington desde o início do segundo mandato de Trump, exigindo que os norte-americanos desistam da desnuclearização como condição prévia. Em 2024, Kim aboliu o objetivo de reunificação pacífica e declarou a Coreia do Sul como inimiga permanente.

Yoon Min Ho, porta-voz do Ministério da Unificação da Coreia do Sul, classificou a reeleição como previsível para consolidar o poder de Kim e disse que Seul observará atentamente as futuras decisões do congresso.


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