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Primavera vive explosão empresarial e supera 300 novas empresas em 2025

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 52 minutos
  • 3 min de leitura

Cidade entra em novo ciclo de crescimento, impulsionada por destravamento administrativo, ambiente favorável aos negócios e preparação estratégica para a chegada da ferrovia e do Porto da Rumo, com projeção de até 1.300 empresas

Primavera do Leste atravessou em 2025 um dos momentos mais marcantes de sua história econômica. O município superou a marca de 300 novas empresas instaladas em apenas um ano, consolidando um ritmo de expansão que o colocou entre os que mais cresceram em Mato Grosso.

Mais do que um número isolado, o dado revela uma mudança estrutural no ambiente de negócios da cidade, diretamente associada à forma como a gestão municipal passou a conduzir o desenvolvimento econômico a partir da posse do prefeito Sérgio Machnic, em janeiro de 2025.

Desde que assumiu a Prefeitura, Machnic colocou como prioridade reorganizar a máquina pública, destravar gargalos históricos e devolver previsibilidade aos processos administrativos. Essa mudança de postura produziu um efeito direto sobre a confiança do setor produtivo.

Empresários locais, investidores regionais e grupos de fora do município passaram a encontrar um governo que responde, decide e cria condições para que os projetos saiam do papel, o que se refletiu no salto das aberturas de empresas ao longo de 2025 e na continuidade desse movimento já em 2026.

O crescimento empresarial não ocorreu no vazio. Ele se conecta a uma estratégia de longo prazo desenhada pela atual gestão para posicionar Primavera do Leste como um dos grandes polos logísticos e industriais do Centro-Oeste.

A chegada da ferrovia da Rumo e a futura implantação do Porto Seco mudam radicalmente o mapa econômico da região, e a Prefeitura decidiu agir antes do impacto, preparando a cidade para absorver esse novo ciclo. Estudos apresentados à administração apontam investimentos que podem variar de R$ 9 bilhões a R$ 13 bilhões apenas na estrutura ferroviária e logística, com efeitos profundos sobre empregos, arrecadação e atração de indústrias.

É nesse contexto que a marca de mais de 300 novas empresas ganha ainda mais relevância política e econômica. Para a gestão Machnic, esse patamar representa apenas a primeira fase de um salto muito maior.

Os cálculos internos da Prefeitura indicam que, até a entrada em operação do Porto da Rumo, Primavera do Leste poderá alcançar até 1.300 novas empresas, impulsionadas por demandas de transporte, armazenagem, agroindústria, comércio atacadista, tecnologia, serviços especializados e toda a cadeia de suprimentos ligada às exportações.

Ao mesmo tempo em que cria esse ambiente favorável, a administração municipal trabalha para garantir que o crescimento gere resultados concretos para a população. A articulação para a instalação de uma unidade do SENAI na cidade, defendida pessoalmente pelo prefeito, faz parte dessa lógica de preparar a mão de obra local para ocupar os postos de trabalho que virão com a industrialização e a logística ferroviária.

A gestão também avançou em projetos de inovação e tecnologia, conectando Primavera do Leste a iniciativas de parques tecnológicos e centros de desenvolvimento, com a visão de construir uma economia mais diversificada e resiliente.

No plano político, o avanço econômico fortalece a imagem de Sérgio Machnic como um prefeito de pulso firme, discreto e muito trabalhador, que optou por governar com método, planejamento e foco em resultados estruturantes.

O volume de novas empresas abertas em 2025 funciona como um termômetro objetivo dessa credibilidade: investidores só apostam onde enxergam estabilidade, regras claras e uma liderança capaz de garantir que o poder público não será um obstáculo, mas um parceiro do desenvolvimento.

Com mais de 300 empresas já instaladas em apenas um ano e uma projeção que aponta para até 1.300 novos negócios no horizonte da ferrovia e do porto, Primavera do Leste entra definitivamente em um novo patamar.

A cidade deixa de ser apenas um polo regional do agronegócio para se consolidar como um centro logístico, industrial e de serviços de alcance estadual, em um processo que carrega a marca política da atual gestão e que deve redefinir o futuro econômico do município ao longo da próxima década.

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