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Janaina se diz emancipada do pai Riva e afirma que “pena de morte” já existe no Brasil

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Ao ser questionada sobre o peso que o sobrenome Riva ainda exerce sobre sua carreira, Janaina afirmou considerar o assunto superado depois de três mandatos na Assembleia Legislativa

A candidata ao Senado Janaina Riva (MDB) afirmou que se considera politicamente “emancipada” do pai, o ex-deputado estadual José Riva, e defendeu uma mudança profunda no sistema penal brasileiro, inclusive com a adoção da prisão perpétua para autores de crimes violentos contra mulheres e crianças.

Em entrevista a parlamentar também afirmou que uma espécie de “pena de morte” já ocorre no país pelas mãos de facções criminosas e de cidadãos diante da escalada da violência.

Janaina aborda a influência do pai em sua trajetória, explica sua mudança política de um campo que já apoiou Dilma Rousseff para a atual aliança com o bolsonarismo, fala sobre Flávio Bolsonaro, defende suas posições históricas em favor da população LGBTQIAPN+ e faz críticas à relação do Governo do Estado com deputados por meio das emendas parlamentares.

Ao ser questionada sobre o peso que o sobrenome Riva ainda exerce sobre sua carreira, Janaina afirmou considerar o assunto superado depois de três mandatos na Assembleia Legislativa. A candidata lembrou que chegou ao Parlamento conhecendo principalmente o modelo de atuação política do pai, mas construiu um caminho diferente ao se tornar oposição ao governo e buscar pautas e bases eleitorais próprias.

“Eu passei 12 anos respondendo a mesma coisa. Como eu disse agora há pouco, hoje eu sou politicamente emancipada. Hoje eu tenho total controle da minha carreira política”, declarou.

José Riva presidiu a Assembleia Legislativa e foi um dos políticos mais influentes de Mato Grosso durante décadas. O primeiro mandato da filha coincidiu justamente com um dos períodos mais turbulentos da vida do ex-deputado, quando ele foi alvo de operações, chegou a ser preso e posteriormente admitiu a prática de crimes durante sua passagem pelo Legislativo.

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