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‘Imprensa chancela violência e assassinatos da esquerda’, diz juíza exilada nos EUA

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • 12 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Ludmila Lins Grilo comentou o assassinato do ativista de direita Charlie Kirk

A parte da imprensa que apoia e chancela todos os crimes da esquerda, foi duramente criticada pela forma como noticiou o assassinato do ativista norte-americano Charlie Kirk. O modo como alguns veículos de comunicação, como Globo, Estadão, UOL, Folha e seus asseclas na extrema-Imprensa se referiram ao palestrante, como “ativista de extrema direita”, por exemplo, causou indignação entre influenciadores e políticos brasileiros.

Kirk, um dos principais apoiadores do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, morreu na tarde da quarta-feira, 10, depois de ser baleado enquanto palestrava em um evento na Universidade Utah Valley.

Ludmila Lins Grilo, juíza exilada nos Estados Unidos, acusou parte da velha imprensa brasileira de “chancelar a violência política da esquerda”. A magistrada lembrou que o ativista norte-americano circulava pelas universidades para fazer exatamente aquilo que a extrema esquerda diz defender: o livre debate.

Além de conversar abertamente, Kirk deixava os opositores falarem e perguntarem livremente. “Respondia tudo de forma pacífica”, afirmou a juíza brasileira. “Nunca agrediu ninguém. Como não podia ser derrotado no argumento, mataram-no.”


Adjetivação da imprensa

A magistrada afirmou que a extrema esquerda promove violência política, e que as agressões começam “com a adjetivação que a imprensa coloca em qualquer um de que não goste: ‘extrema direita’, ‘bolsonarista’, ‘olavista’ e ‘neto de ditador’”.

A morte do ativista gerou comoção em todo o mundo civilizado e comemoração na extrema imprensa e na extrema-esquerda. Trump aproveitou a cerimônia em memória das vítimas dos ataques do 11 de Setembro para homenageá-lo. O evento no Pentágono foi marcado pela concessão póstuma da Medalha Presidencial da Liberdade ao palestrante.


Assassinato de ucraniana no metrô de Charlotte

Jornais norte-americanos de extrema-esquerda, como The New York Times e o The Wall Street Journal, ressaltaram uma escalada de violência nos EUA. Em 22 de agosto, a ucraniana Iryna Zarutska foi morta a facadas no metrô de Charlotte, na Carolina do Norte.

Os golpes partiram de Decarlos Brown, da extrema-esquerda, que esteve em prisão 14 vezes desde 2011. Estava livre desde janeiro, depois de decisão de um juiz democrata da extrema-esquerda, que o libertou sem fiança.


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