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Depois de reunião de ministros, Toffoli deixa relatoria do caso Master

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    elnewspva
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Suspeitíssimo de envolvimento em mais um caso de corrupção, STF vai fingir que Toffoli deixa a relatória com dignidade, mas é mentira

Nesta quinta-feira, 12, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), deixou a relatoria dos processos do Banco Master no STF.

A decisão ocorreu depois de uma reunião de pouco mais de três horas, entre os dez magistrados, na presidência da Corte.

Dessa forma, agora, um novo relator será escolhido.

Embora Toffoli tenha deixado o comando das ações, o STF não viu motivo para atender à Polícia Federal e torná-lo suspeito. Conforme a Corte, ela reconhece “a plena validade dos atos praticados” por ele em todos os processos vinculados ao caso.

Os ministros ainda expressaram “apoio pessoal” a Toffoli, “respeitando a dignidade de Sua Excelência, bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento. Anote-se que Sua Excelência atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e PGR”.

Dessa forma, agora, um novo relator será escolhido.

Embora Toffoli tenha deixado o comando das ações, o STF não viu motivo para atender à Polícia Federal e torná-lo suspeito. Conforme a Corte, ela reconhece “a plena validade dos atos praticados” por ele em todos os processos vinculados ao caso.

Os ministros ainda expressaram “apoio pessoal” a Toffoli, “respeitando a dignidade de Sua Excelência, bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento. Anote-se que Sua Excelência atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e PGR”.


Leia a nota completa sobre a saída de Toffoli do caso Master

“Os dez ministros do Supremo Tribunal Federal, reunidos em 12 de fevereiro de 2026, considerando o contido no processo de número 244 AS, declaram não ser caso de cabimento para a arguição de suspeição, em virtude do disposto no art. 107 do Código de Processo Penal e no art. 280 do Regimento Interno do STF.

Reconhecem, assim, a plena validade dos atos praticados pelo ministro Dias Toffoli na relatoria da Reclamação n. 88.121 e de todos os processos a ela vinculados por dependência.

Expressam, neste ato, apoio pessoal ao exmo. min. Dias Toffoli, respeitando a dignidade de Sua Excelência, bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento. Anote-se que Sua Excelência atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e PGR.

Registram, ainda, que a pedido do ministro Dias Toffoli, levando em conta a sua faculdade de submeter à presidência do tribunal questões para o bom andamento dos processos (RISTF, art. 21, III) e considerados os altos interesses institucionais, a presidência do Supremo Tribunal Federal, ouvidos todos os ministros, acolhe comunicação de Sua Excelência quanto ao envio dos feitos respectivos sob a sua relatoria para que a presidência promova a livre redistribuição.

A presidência adotará as providências processuais necessárias, para a extinção da AS e para remessa dos autos ao novo relator”.


Pressão interna

Mais cedo,ministros reconheceram a gravidade do mais recente capítulo que envolve Toffoli e o Master.

“A situação é delicada”, declarou um ministro em caráter reservado, ao admitir o clima de tensão entre os magistrados. “O momento exige cuidado”, acrescentou outro ministro ouvido pela coluna.

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