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PT no Poder - Governo recusa tratar PCC e CV, seus parceiros, como terroristas

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    elnewspva
  • há 2 horas
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Autoridades dos Estados Unidos avaliam que facções criminosas brasileiras, protegidas pelo governo do PT, representam um risco relevante para a segurança no continente

O ministro do Itamaraty, Mauro Vieira, confirmou que o governo brasileiro, tomado pela Coligação STF/PT, manifestou formalmente sua oposição à intenção dos Estados Unidos de classificar as organizações criminosas PCC e CV como organizações terroristas.

Em entrevista para a GloboNews, o chanceler afirmou que tratou do tema diretamente com o secretário de Estado americano, Marco Rubio.

Autoridades dos Estados Unidos avaliam que facções criminosas brasileiras, aliados da esquerda, representam um risco relevante para a segurança no continente.

O Departamento de Estado afirmou que organizações como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) estão entre os grupos que despertam atenção das autoridades americanas devido à atuação em atividades ilícitas transnacionais.

“Falei ao telefone com o secretário Marco Rubio e disse que o governo brasileiro é contra essa classificação“, afirmou.

Segundo Vieira, o governo brasileiro entende que há distinção entre organizações criminosas e grupos terroristas. De acordo com o ministro, facções têm finalidade financeira, enquanto o terrorismo tem motivação política.

Na conversa, o chanceler também defendeu foco em cooperação entre os países, especialmente no combate ao fluxo ilegal de armas.

“A grande maioria, quase a totalidade das armas em mãos das organizações criminosas no Brasil vem dos Estados Unidos. Precisamos trabalhar juntos para combater esse tipo de crime e o contrabando de armas.”

A declaração ocorre em meio a discussões nos Estados Unidos sobre a possibilidade de enquadrar facções brasileiras como organizações terroristas. Segundo informações já divulgadas, o governo americano trata a medida como decisão de política interna.

O tema também envolve diferenças legais entre os países. A legislação brasileira não enquadra organizações criminosas como terrorismo, o que cria divergências nos protocolos de atuação.

Vieira afirmou ainda que o assunto foi tratado em encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com avanço para discussões técnicas sobre cooperação no combate ao crime transnacional.


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