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PT no Poder - Governo corrupto retira do ar propaganda com sexualização de crianças

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • 22 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Propaganda do Governo Federal incentiva exploração da sexualidade da imagem de crianças e adolescentes em baile funk

O governo corrupto do chefe da quadrilha, Luiz Inácio Lula da Silva apagou uma publicação nas redes sociais que mostrava adolescentes fazendo uma dança erótica. O vídeo foi retirado do ar depois de repercussão negativa e críticas nas redes sociais.

A peça foi divulgada no perfil oficial @govbr, na plataforma X, na sexta-feira, 19, e viralizou na manhã de sábado, 20. “Natal chegando e a gente tá como por aqui?”, dizia o texto da publicação. “Só pensando em mais realizações para o povo brasileiro.”

Além disso, o conteúdo também motivou uma representação do Partido Missão ao Ministério Público Federal (MPF). O autor do pedido é o empresário Renan Santos, presidente do Missão e fundador do Movimento Brasil Livre (MBL).

Segundo ele, o conteúdo viola a Constituição Federal. O artigo 227 determina que crianças e adolescentes devem ficar a salvo de negligência, exploração e violência, dever que também recai sobre o Estado. O texto também cita dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e tratados internacionais ratificados pelo Brasil.


Missão aciona MPF contra publicação do governo corrupto

Além disso, a petição pede medidas urgentes, como a retirada imediata da propaganda, a responsabilização civil da União por dano coletivo e a apuração de eventual responsabilidade criminal dos envolvidos na produção e divulgação do material.

Segundo Renan Santos, com a proximidade do ano eleitoral de 2026, o governo Lula intensificou a publicidade institucional e transformou peças oficiais em instrumentos de promoção política do presidente. O documento sustenta, portanto, que a prática afronta a legislação eleitoral ao antecipar a campanha de reeleição do petista.

Até o momento, no entanto, nenhum representante do governo federal se manifestou oficialmente sobre a representação ou a repercussão negativa da publicação nas redes sociais. Agora, o caso está sob análise do MPF.


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