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Para repetir Silval Barbosa, Otaviano Pivetta assume hoje governo de MT

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 19 horas
  • 2 min de leitura

Em cerimônia na Assembléia, as 14:30, vice-governador passa oficialmente a ser o governador do estado até 31 de dezembro, com objetivo centrado em ser eleito para ficar mais 4 anos

Vice do então Governador Blairo Maggi, Silval Barbosa assumiu o governo nas mesmas condições que hoje assume o governo Otaviano Pivetta no lugar de Mauro Mendes (Que deixa o Governo para disputar as eleições deste ano).

Naquela oportunidade, Silval Barbosa foi eleito para um mandato completo e fez uma das mais corruptas gestões que já houve no estado de Mato Grosso, segundo todas as investigações existentes até hoje, envolvendo dezenas de políticos, principalmente deputados estaduais.

Procurando fazer o oposto disso, mas igualmente sendo vice que foi eleito, Pivetta quer mudar a lógica e fazer uma administrção tendo como norte a austeridades da gestão Mauro Mendes como parâmetro.

Considerado um politico de centro esquerda, Pivetta fracassou nas articulações para unir a política do estado sob seu guarda-chuvas, principalmente pelo veto da ainda 1º dama Virgínia Mendes a entrada de Janaina Riva (MDB) no grupo para unir PL-Republicanos-MDB-União Brasil.

Isolado, Otaviano Pivetta ficou com o lado esquerda do Agro e com partido de extrema-esquerda (PSD/PT/PV/Republicanos), com as estrelas dos irmãos Maggi (puxadores de votos da extrema esquerda) e com Carlos Fávaro, Rosa Neide e outros do mesmo perfil.

Com isso vai tentar se viabilizar eleitoralmente e deixar para trás as posições intermediárias nas pesquisas de intenção de votos e buscar uma disputa mais acirrada com o favorito Wellington Fagundes (PL) representante do bolsonarismo e da direita em Mato Grosso.

Seu grande trunfo, serão os cargos que vai preencher e com isso buscar agregar apoio ao seu projeto político de eleição. Nesta seara, vai usar muito o recém dinamitado PRD e a banda do União Brasil ligado a família Campos, assim como o PP, para alavancar tanto a gestão como a sua candidatura.

As definições desta luta política deve ocorrer entre o final de junho e o início de agosto, quando as convenções definem candidatos e alianças. O que acontecer neste período entre hoje, na posse e as definições das convenções partidárias, vão solidificar ou não o que será a curta gestão de Otaviano Pivetta ou se ele terá folego para comandar o Mato Grosso pelos 4 anos seguinte.

Se depender de articulação política, Otaviano Pivetta já deixou claro que é um de seus pontos fracos e pouco agrega nas negociações.

Por outro lado, se pensar apenas em administrar o estado, pode ser dinamitado por ambos os lados da disputa. Em corrida eleitoral, ninguém carrega saco de areia e peso morto nas costas apenas por fidelidade.




Ely Leal - Redação



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