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Ofensiva dos EUA contra o Irã entram na 13ª noite consecutiva

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elnewspva
24 de jul.
2 min de leitura

Ofensiva busca reduzir ameaças ao transporte marítimo comercial pelo mundo que a ditadura do Irã promove no estreito de Ormuz

Os Estados Unidos lançaram uma nova rodada de ataques contra alvos militares no Irã nesta quinta-feira, 23.

Segundo o Comando Central dos EUA (Centcom), esta é a 13ª noite consecutiva de operações militares norte-americanas. O comando informou que a ofensiva tem o objetivo de “reduzir ameaças da Guarda Revolucionária Islâmica ao transporte marítimo comercial”.

A Guarda Revolucionária Islâmica é uma força militar ligada diretamente ao regime iraniano.

Segundo o governo norte-americano, ela representa uma das principais ameaças à navegação comercial na região, motivo apontado por Washington para justificar a continuidade das operações.


Rubio: Irã “está implorando” aos EUA

A nova ofensiva ocorre em meio ao agravamento das tensões entre Washington e Teerã. Durante a cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático, nas Filipinas, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o Irã “está nos implorando, direta e indiretamente” por um acordo, mas disse que “eles continuarão pagando um preço, e, a cada noite, ele fica mais e mais alto”.

Segundo Rubio, o principal entrave é que “toda vez que eles fazem um acordo, as pessoas que estão no comando lá ou o quebram ou querem mudá-lo”.

Enquanto isso, o Irã afirmou que continuará retaliando os EUA. À TV estatal, o porta-voz do Exército iraniano, Mohammad Akraminia, declarou que “os ataques retaliatórios das Forças Armadas continuarão enquanto as ofensivas dos EUA à infraestrutura e às áreas costeiras do país persistirem”.

O governo iraniano também disse ter atacado bases norte-americanas no Kuwait e na Jordânia. A Jordânia confirmou a interceptação de três mísseis e seis drones, mas negou danos materiais.

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