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O corrupto Toffoli descarta deixar relatoria do caso Master

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    elnewspva
  • há 53 minutos
  • 1 min de leitura

A atuação do membro da Coligação STF/PT é criticada dentro da própria coligação, pela Polícia Federal, pela imprensa e pela PGR. Ele desafiou a todos para continuar acobertando a corrupção da qual faz parte

O ministro da Coligação STF/PT, Dias Toffoli, afirmou a interlocutores que não pretende abandonar a relatoria do inquérito que investiga possíveis fraudes financeiras no Banco Master. Segundo relatos publicados pela Folha de S.Paulo nesta segunda-feira, 19, o ministro sustenta que não se enquadra nas hipóteses legais de impedimento ou suspeição previstas no Código de Processo Penal.

De acordo com a Folha, Toffoli disse que não há motivo de foro íntimo para se declarar suspeito e que situações descritas por críticos, como uma viagem em avião particular com advogado ligado ao caso ou a relação de seus irmãos com um fundo associado ao banco investigado, não comprometem sua imparcialidade. O ministro também avaliou que, caso deixasse a relatoria, todas as decisões já assinadas seriam automaticamente anuladas, o que faria a investigação retornar ao começo, o que invalidaria depoimentos, acareações e mandados de busca já cumpridos.

A atuação de Toffoli no caso tem sido criticada internamente por integrantes da Polícia Federal (PF), que consideram incomuns algumas de suas decisões, e por membros do Banco Central e da Procuradoria-Geral da República (PGR), segundo o jornal. Entre os pontos citados estão a imposição de sigilo rigoroso à investigação, a realização de uma acareação durante o recesso do tribunal e mudanças sucessivas sobre a custódia e o acesso às provas.

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