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Na Farm Show, Rumo revela que entra em operação no 2º semestre e marca nova era de progresso para Primavera

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 14 minutos
  • 3 min de leitura

Inicialmente, terá capacidade para movimentar 10 milhões de toneladas de grãos e que receba 700 caminhões por dia e faça o carregamento para 400 vagões por dia

Com um Stand na Farm Show 2026, a empresa Rumo Logística apresena a sociedade, o projeto que está em fase final de instalação se prepara para colocar em operação no segundo semestre de 2026, uma das mais espetaculares obra de engenharia, infraestrutura e lógistica da história da região de Primavera e consolidar a cidade como um grande polo de desenvolvimento do centro-oeste.

É o maior projeto ferroviário em andamento no país, com mais de 700 quilômetros de novos trilhos, financiados integralmente por investimento privado da Rumo. Somente na construção do Terminal da BR-070, entre Primavera do Leste e Campo Verde, existem cerca de 850 trabalhadores diretos e cerca de 1.700 tabalhadores indiretos.

De acordo com o cronograma, o terminal ficará pronto no segundo semestre de 2026.

Inicialmente, terá capacidade para movimentar 10 milhões de toneladas de grãos. Como sua estrutura é modular, poderá ser ampliado facilmente com o aumento na demanda de grãos na região.

A previsão inicial no início das atividades é de que receba 700 caminhões por dia e faça o carregamento simultâneo de dois vagões, ou seja, terá capacidade de carregar 400 vagões por dia. Com isso, na média, duas composições devem partir do Terminal da BR-070, diariamente.

A previsão é de que 250 a 300 colaboradores diretos sejam contratados para o começo das operações do terminal, no segundo semestre 2026. Vagas operacionais como as de maquinistas e operadores de vagões já foram abertas na região de Primavera do Leste, uma vez que exigem meses de treinamentos prévios.

A movimentação de empresas e indústrias na região também favorece a economia local. Essas empresas se instalam em busca de usufruir da melhoria logística que a ferrovia proporciona.

A Ferrovia Estadual de Mato Grosso está com mais de 85% da primeira fase concluídos. A primeira fase se refere aos 162 km de Rondonópolis até Dom Aquino e à construção do Terminal de Cargas, localizado na BR-070. Quanto aos trilhos instalados, já são mais de 100 km (dos 162km da primeira fase) executados.

Um total de 5 bilhões serão investidos no primeiro trecho autorizado e em obras (de 162km). Por ser um projeto construído por fases, os investimentos divulgados ao mercado se referem ao primeiro trecho.

É o maior projeto ferroviário em andamento no país, com mais de 700 quilômetros de novos trilhos, financiados integralmente por investimento privado da Rumo.

Para concretizar este projeto, ela conta com desafios grandes em engenharia. Neste primeiro trecho das obras, os desafios principais são de engenharia em locais onde o traçado encontra uma geografia mais acidentada, que exige estruturas e trabalho de execução diferenciados. É o caso da região conhecida como Raizinha em Poxoréu, onde recentemente a Rumo construiu uma ponte de 120 metros de extensão sobre o Córrego São Paulo. A ponte tem como objetivo encurtar distâncias para trabalhadores e para o trânsito de maquinários. Sem ela, as frentes de obras teriam que percorrer uma distância extra de 70km.

Atualmente estão atuando 4500 pessoas empregadas em 3 grandes pacotes de obra, incluindo o terminal da BR-070.

Além de ser o maior projeto ferroviário com obras em execução no Brasil, a Ferrovia de Mato Grosso é considerada um marco histórico, devido ao modelo pioneiro desenvolvido em regime de autorização pelo Governo de Mato Grosso e a iniciativa privada.

Com a ferrovia chegando ao centro do estado, a produção agrícola ficará mais próxima de um ponto de embarque ferroviário. Atualmente a produção é levada de caminhão por 500 a 600 quilômetros até chegar no Terminal de Rondonópolis, que conecta à Malha Central e ao Porto de Santos.

No futuro esse trajeto (via rodoviário) deve cair para aproximadamente 150 quilômetros, reduzindo o deslocamento necessário até o acesso ao sistema logístico.






Fonte: Redação com Dejane Arnhold da Assessoria

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