top of page

Últimas Notícias

O Brasil é o único País do mundo que não negocia com os EUA

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • 19 de jul. de 2025
  • 5 min de leitura

Presidente americano já definiu qual o gesto do Brasil para abri negociações sobre tarifas mas coligação STF/PT quer o enfrentamento

O apoio ao governo corrupto do ex-presidiário Lula, subiu de 40% para 49% após o anúncio das sanções impostas pelo governo dos EUA contra o Brasil em 50%, segundo levantamento do Instituto de pesquisas Quaest, que trabalha para a coligação STF/PT.

Subiu também a vontade de parte do Brasil da extrema-esquerda, para que o líder da quadrilha corrupta responda as sanções, impondo sanções também contra os EUA.

Essa momentânea melhora, faz Lula acreditar que possa ter aqui, os mesmos efeitos da "questão Canadá" e leva-lo a se tornar relevante nas eleições de 2026.

A soma das duas medidas comparativa vai jogar o Brasil de volta a idade da pedra lascada.

Comparando o tamanho e a importância comercial dos dois países, o comentarista Otávio Guedes da GloboNews disse que o Brasil é um macaco sagui-leãozinho de 15 centimetros e pesando 150 gramas, enfrentando um Gorila de 500 kg.

A comparação mostra que o Brasil é o único País do mundo que resolveu enfrentar o poderio amerciano o que certamente vai trazer condições catastróficas no curto, médio e longo prazo.

Todas as nações dos Brics, os adversários americanos, os aliados, correram para a mesa de negociação buscando um acordo.


COMO SE COMPORTARAM OS PAÍSES DO MUNDO

Outros países, incluindo membros do Brics, como China, Índia, Indonésia e Vietnã, têm avançado de forma significativa nas tratativas com o governo Trump.

A Indonésia firmou acordo na terça-feira (15) com os Estados Unidos, reduzindo as tarifas americanas de 32% para 19% sobre produtos indonésios. É alta, mas é a mais baixa conseguida em acordos de outros países do Sudeste Asiático com os Estados Unidos: o Vietnã, também novo membro do Brics, aceitou 20 %; Filipinas, 21 %; Malásia, 25 %; Tailândia e Camboja, no mínimo 36 %.

Em troca, a Indonésia se comprometeu a comprar US$ 15 bilhões em energia dos EUA, US$ 4,5 bilhões em produtos agrícolas e 50 aviões da Boeing. Foram eliminadas ainda tarifas sobre exportações americanas à Indonésia e estabelecidas penalidades para mercadorias chinesas reexportadas através do país.

A Índia, como a Indonésia integrante do Brics, está em estágio avançado de negociação para um acordo provisório, que prevê a redução de tarifas recíprocas com os Estados Unidos. Uma equipe indiana esteve em Washington para a quinta rodada de discussões, e ambos os lados demonstram otimismo de que um acordo possa ser fechado nas próximas semanas. O próprio presidente Donald Trump fez referência a isso.

A China, líder do Brics e principal adversária dos Estados Unidos, obteve no dia 12 de maio acordo preliminar com o governo americano. Os EUA reduziram sua sobretaxa de 145 % para 30 % e a China, de 125 % para 10 %.

Diante da alíquota imposta por Trump em abril, o governo em Pequim suspendeu o fornecimento de minérios estratégicos para os Estados Unidos, que reagiram restringindo ainda mais a exportação de chips sofisticados para a China. Isso foi superado em maio. Ou seja, são questões bem mais estratégicas do que as que os Estados Unidos têm com o Brasil.

Com o Japão, o contencioso gira em torno de barreiras japonesas à importação de automóveis e cereais americanos. São dois setores muito sensíveis para a economia e até para a cultura japonesa. No caso dos automóveis, cujas exportações representam 3% do PIB, o Japão impõe regras de segurança consideradas excessivas para os padrões americanos. E o Japão preserva sua segurança alimentar e sua agricultura quase como tabus.

Mesmo assim, as negociações não foram concluídas principalmente porque o Japão realiza eleições para a Câmara Alta (equivalente ao Senado) no domingo. O Partido Liberal-Democrata, no governo, sente-se vulnerável a discursos nacionalistas na oposição.

Mas tem havido telefonemas entre os ministros do Comércio dos dois países e o primeiro-ministro Shigeru Ishiba pretende se reunir com o influente secretário americano do Tesouro, Scott Bessent, antes do prazo fatal de 1º de agosto.

A Coreia do Sul iniciou negociações com os Estados Unidos imediatamente depois das tarifas anunciadas por Trump no dia 2 de abril, mesmo em meio ao processo de impeachment de seu presidente, Yoon Suk Yeol. Estão em discussão a abertura do mercado agrícola e cooperação industrial, incluindo a revitalização de estaleiros nos Estados Unidos, além de medidas de contenção da China. Acordo “de princípio” pode ser firmado até 1º de agosto.

Negociações estão em curso com o objetivo de evitar tarifas de até 30% sobre produtos mexicanos, não contemplados pelo acordo comercial USMCA, com prazo para 1.º de agosto. Também está sendo discutida a tarifa de 25% imposta por Trump sobre aço de todos os países.

A Argentina ficou com a tarifa de 10%, imposta por Trump aos países com superávit americano na balança comercial, como é o caso do Brasil. Os dois países negociam um acordo de tarifa zero para 70% a 80% dos produtos. Bessent visitou Buenos Aires em abril.


Governo e Judiciário sem visão do mundo

Há muitos que as ações do Ditador Supremo do Brasil, Alexandre de Moraes, ultrapassou qualquer vestígio de legalidae, constitucionalide ou normalidade democrática. Muito além do Brasil, se julga com poderes para sentenciar o planeta, seguido por suas marionetes que também são magisrados do STF.

Lula sonha com o "efeito Canadá".

Executivo e Judiciário de estúpidos.

Na suprema corte, existe a lenda que "defendem a democrácia", quando na verdade usam os métodos de tortura, do exílio, da ilegalidade e da imoralidade para imputar crime, investigar, processar e julgar somente adversários políticos. Sem falar que o devido processo legal não existe mais. Decisões são tomadas, não pela aplicação da Justiça, mas de acordo com os acontecimentos políticos, como na tornozeleira de Bolsonaro.

No Executivo, o governo do corrupto Lula não avalia que para ter o "efeito Canadá", onde a decisão de Trump ajudou a extrema-esquerda nas eleições, os energúmenos se esquecem que lá as medidas de Trump foram tomadas apenas 2 semanas antes das eleições, o que não permitiu a direita assimilar e se manifestar a respeito.

No Brasil é quse um ano e meio de distância, entre as sanções e as eleições, o que vai permitir que a população sinta no lombo os efeitos das sanções, do desmoronamento economico e do desemprego que vai bater na porta, aos milhões.

Se é verdade que a popularidade de Lula melhorou um pouco com o embate com os EUA, também é verdade que com o passar dos dias ela já estagnou e a tendência agora, com o fim das narrativas e o império da verdade e a popularidade derreter como as condições economicas da nação.

Até as eleições, a popularidade de Lula vai para a vala, quando os esclarecimentos e a verdade começam a aparecer.

Na junção de dois poderes exercidos por dirigentes estúpidos, arrogantes e apenas com viés eleitoral, a choldra desdentada do povo brasileiro vai pagando as contas de uma crise que vai infinitamente maior.



Redação com Ansa, AFP, Reuters, Bloomberg e CNN




Comentários


bottom of page