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No último dia, impasse ainda trava formação da chapa de estadual do União-Progressistas

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 2 horas
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A sigla tenta absorver a maior parte dos remanescentes do grupo que antes iria para o PRD, mas esbarra na resistência dos chamados ex-PRDs em entrar no partido

No último dia da janela partidária para quem pretende disputar a eleição de 2026, o União Brasil ainda enfrenta impasse para fechar uma chapa competitiva à Assembleia Legislativa. A sigla tenta absorver a maior parte dos remanescentes do grupo que antes iria para o PRD, mas esbarra na resistência dos chamados ex-PRDs em entrar no partido caso o deputado estadual Sebastião Rezende permaneça na nominata.

Hoje, o União-Progressistas trabalha com os deputados estaduais Dilmar Dal Bosco, Júlio Campos e Sebastião Rezende. A leitura interna é que os três, juntos, devem somar algo em torno de 140 mil votos, o suficiente para garantir duas cadeiras, mas não três. Dilmar é tratado como nome intocável e favorito absoluto a uma das vagas, com expectativa de fazer sozinho o quociente necessário à própria eleição.

A segunda vaga da chapa, nesse desenho, seria disputada principalmente por Júlio e Sebastião. Com apoio consolidado da Assembleia de Deus, Sebastião aparece como favorito nesse bloco. Júlio, por sua vez, passaria a depender da entrada de novos nomes para empurrar a chapa até uma terceira cadeira.

É justamente aí que entra o impasse. O núcleo mais forte do grupo dos ex-PRDs é formado por Paulo Araújo (PP), Gilberto Figueiredo (União) e Orácio Pereira. A conta feita nos bastidores é que os três poderiam somar perto de 90 mil votos, o bastante para ajudar a chapa a alcançar uma terceira vaga. O problema, na visão deles, é que essa cadeira acabaria ficando com Júlio Campos, e não com um dos novos integrantes do grupo.

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