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Michelle apoia e vai fazer campanha para o líder das pesquisas, Flávio Bolsonaro

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    elnewspva
  • há 13 minutos
  • 2 min de leitura

Ex-primeira-dama e candidata ao Senado concordou em manifestar respaldo público ao senador nas redes sociais, após articulações nos bastidores

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro aceitou manifestar apoio público ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à presidência da República, encerrando meses de articulações nos bastidores políticos.

Michelle deve fazer uma declaração pública nas redes sociais, de acordo com a colunista Malu Gaspar, do jornal “O Globo”.

Aliados próximos aos dois confirmaram o fim do conflito. A manifestação nas plataformas digitais da ex-primeira-dama representa um “gesto de pacificação” entre madrasta e enteado.

A mudança marca uma reversão na postura de Michelle. Ela vinha recusando declarar apoio ao filho mais velho de Jair Bolsonaro.

A resistência preocupava aliados de Flávio, que consideram o respaldo de Michelle essencial para reduzir a desvantagem do senador junto ao eleitorado feminino. Pesquisas recentes de intenção de voto mostram que Flávio lidera as intenções de voto em todo o Brasil.

O acordo prevê a participação de Michelle em um ato público ao lado de Flávio. A iniciativa busca demonstrar publicamente o fim das divergências.


Origem do conflito no Ceará

O rompimento teve início em novembro de 2025, quando Michelle criticou publicamente a aliança do bolsonarismo com Ciro Gomes (PSDB) no Ceará. A articulação havia sido conduzida pelo deputado federal André Fernandes (PL-CE).

A ex-primeira-dama participou do lançamento da pré-candidatura ao governo do senador Eduardo Girão (Novo). Ela classificou a movimentação com o tucano como precipitada. A declaração causou desconforto no Partido Liberal.

Flávio desautorizou Michelle publicamente em resposta. O senador afirmou que a madrasta foi “autoritária” e “atropelou o próprio presidente Bolsonaro”, que havia autorizado a movimentação do deputado.

O senador apresentou desculpas à madrasta posteriormente, mas apenas em caráter privado. Michelle exigiu que as desculpas fossem públicas. Flávio não aceitou a condição. O impasse permaneceu até abril de 2026.

Um aliado de ambos que participou das negociações afirmou: “Deu muito trabalho, mas ela finalmente aceitou que ninguém tem nada a ganhar com essa briga”.

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