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Max Russi, do PSB, base do PT, diz que direita "não tem dono"

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    elnewspva
  • há 4 horas
  • 2 min de leitura

A declaração ocorre após Ananias afirmar, em entrevista que o PL é a “casa da direita” e que os pré-candidatos Wellington Fagundes ao governo e José Medeiros ao Senado largariam em vantagem

Prestes a assumir o comando do Podemos em Mato Grosso, o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), afirmou que o presidente regional do PL, Ananias Filho, cumpre seu papel ao defender o partido como referência da direita no estado, mas ponderou que nenhum campo ideológico pertence a uma única sigla.

A declaração ocorre após Ananias afirmar, em entrevista que o PL é a “casa da direita” e que os pré-candidatos Wellington Fagundes ao governo e José Medeiros ao Senado largariam em vantagem em razão da identificação do eleitor com o partido.

Segundo ele, legendas como Republicanos, União Brasil e MDB sofreriam rejeição por manterem espaços no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Questionado sobre o posicionamento, Max disse que a estratégia é legítima do ponto de vista partidário, mas discordou da tese de exclusividade ideológica. “Ninguém é dono da direita, ninguém é dono da esquerda. Quem acredita numa política voltada à esquerda tem que ser respeitado. A mesma coisa os vários atores que trabalham no aspecto da direita”, afirmou.

Segundo ele, não cabe a um partido ou parlamentar reivindicar para si a representação única de um espectro político. “Eu particularmente não acho que um partido seja dono da direita. Todos aqueles que acreditam nessa ideologia fazem parte”, declarou. Para Max, o mesmo raciocínio se aplica à esquerda e ao centro.

A declaração ocorre após Ananias afirmar, em entrevista que o PL é a “casa da direita” e que os pré-candidatos Wellington Fagundes ao governo e José Medeiros ao Senado largariam em vantagem em razão da identificação do eleitor com o partido. Segundo ele, legendas como Republicanos, União Brasil e MDB sofreriam rejeição por manterem espaços no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Questionado sobre o posicionamento, Max disse que a estratégia é legítima do ponto de vista partidário, mas discordou da tese de exclusividade ideológica. “Ninguém é dono da direita, ninguém é dono da esquerda. Quem acredita numa política voltada à esquerda tem que ser respeitado. A mesma coisa os vários atores que trabalham no aspecto da direita”, afirmou.

Segundo ele, não cabe a um partido ou parlamentar reivindicar para si a representação única de um espectro político. “Eu particularmente não acho que um partido seja dono da direita. Todos aqueles que acreditam nessa ideologia fazem parte”, declarou. Para Max, o mesmo raciocínio se aplica à esquerda e ao centro.

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