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Max diz que Podemos não apoiará majoritária com base em pesquisa e deixa porta aberta para negociação

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    elnewspva
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Max também minimizou o peso dos levantamentos eleitorais neste momento e disse que eles retratam apenas o humor passageiro do eleitorado, sem garantia de resultado na urna

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), afirmou que o partido não vai definir apoio a nenhuma candidatura majoritária com base em pesquisa de intenção de voto, mas a partir das propostas e do plano de governo apresentados para o Estado.

A fala mantém o Podemos no jogo de 2026 e deixa aberta a porta para negociação com os pré-candidatos.

“Nós não vamos definir apoio baseados em pesquisa, mas baseados no plano de governo e nas propostas para Mato Grosso para os próximos quatro anos”, disse Max. “Ainda não fizemos nenhuma conversa em termos de composição de chapa, análise de plano de governo ou contribuição do Podemos. Nós vamos aguardar ser chamados”, completou.

Com uma das chapas mais competitivas para deputado estadual e também para deputado federal, o Podemos é visto como peça importante na montagem das alianças. Apesar da proximidade de Max com o governador e pré-candidato à reeleição Otaviano Pivetta (Republicanos), o presidente da sigla deixa claro que ainda não abriu discussão formal sobre composição.

Segundo ele, esse movimento deve ganhar força na segunda quinzena de junho, quando o calendário eleitoral começar a apertar as articulações para as convenções. Em outras entrevistas, Max já indicou que espera discutir também o espaço do partido na chapa majoritária, inclusive com possibilidade de participação na vice.


Pesquisa não define

Max também minimizou o peso dos levantamentos eleitorais neste momento e disse que eles retratam apenas o humor passageiro do eleitorado, sem garantia de resultado na urna. Na avaliação dele, o desfecho da disputa dependerá mais da qualidade do projeto apresentado do que da fotografia atual das pesquisas.

“Pesquisa é a medição do momento. Já vi muita eleição em que o candidato sai em abril ou maio com 60% a 70% e não chega vitorioso em outubro”, afirmou. “O que vai definir a escolha da população é quem apresentar a melhor proposta para os próximos quatro anos.”

Se quiser, eu faço uma segunda versão mais quente, puxando mais para o valor de mercado do Podemos na disputa.

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