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María Corina anuncia retorno à Venezuela e pede justiça internacional contra Maduro

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

A líder opositora venezuelana exigiu que o ditador responda por crimes internacionais e destacou a necessidade de penas contra o regime

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Depois de um período fora do país, a opositora venezuelana María Corina Machado declarou que pretende retornar à Venezuela “o mais rápido possível”. Em entrevista concedida nesta segunda-feira, 5, a líder também direcionou críticas à presidente interina Delcy Rodríguez, a quem atribuiu graves acusações.

Durante participação no programa da Fox News, apresentado por Sean Hannity, María Corina afirmou: “Estou planejando voltar à Venezuela o mais rápido possível”. Além disso, classificou Delcy Rodríguez como “uma das principais arquitetas de tortura, perseguição, corrupção e narcotráfico”, também à Fox News.

Em carta publicada no sábado 3, dia da operação dos EUA, María Corina, que venceu o último Nobel da Paz, afirmou que o ditador Nicolás Maduro enfrentará a justiça pelos “crimes atrozes cometidos contra os venezuelanos”. Ela também defendeu a posse imediata de Edmundo González, apontado por entidades internacionais como o vencedor das eleições presidenciais de 2024 no país.

Segundo a opositora, “estamos preparados para fazer valer nosso mandato e tomar o poder”, escreveu ela, depois da prisão de Maduro e críticas de Donald Trump ao regime venezuelano.

“Nicolás Maduro, a partir de hoje, enfrenta a justiça internacional pelos crimes atrozes cometidos contra os venezuelanos e contra cidadãos de muitas outras nações”, completou ela. “Diante de sua negativa em aceitar uma saída negociada, o governo dos EUA cumpriu sua promessa de fazer valer a lei.”

María Corina deixou a Venezuela no ano passado para comparecer à cerimônia do Nobel, em Oslo, capital da Noruega. Seu paradeiro atual não foi divulgado, mas acredita-se que permaneça no país europeu, para o qual viajou para receber o prêmio de 2025. Edmundo González, por sua vez, encontra-se exilado na Espanha.


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