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Lulinha é oficialmente investigado pela Polícia Federal por tráfico de influência

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 6 horas
  • 1 min de leitura

Apuração envolve atuação no Ministério da Saúde para fornecimento de maconha medicinal ao SUS

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou ontem, quinta-feira, 30, a abertura de uma investigação da Polícia Federal (PF) para apurar se Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, cometeu os crimes de tráfico de influência e corrupção.

A apuração busca verificar a atuação do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na comercialização de cannabis medicinal, com possíveis ligações a servidores do Ministério da Saúde e ao gabinete presidencial.

Lulinha já era investigado em um inquérito relacionado às fraudes em descontos de aposentados do INSS. No novo procedimento, a PF abriu uma linha de investigação distinta e pediu a redistribuição do caso.

A Procuradoria-Geral da República concordou com o pedido, mas o processo voltou à relatoria de Mendonça, que autorizou a nova investigação.


Caso envolve Lulinha e o Careca do INSS

A suspeita é de que Lulinha tenha atuado junto ao governo federal para benefício próprio, em parceria com a empresária Roberta Luchsinger e o lobista Antônio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.

Segundo uma testemunha ouvida pela PF, Luchsinger apresentou Antunes a Lulinha. Em depoimento, a empresária afirmou que o filho do presidente tinha uma “curiosidade” sobre cannabis medicinal porque familiares faziam tratamento com medicamentos à base da substância.

Luchsinger teria recebido R$ 1,5 milhão por serviços de consultoria prestados ao lobista, em cinco parcelas de R$ 300 mil.

O trabalho previa tentar viabilizar um contrato com o Ministério da Saúde para disponibilizar medicamentos à base de cannabis ao Sistema Único de Saúde, mas a iniciativa não avançou.

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