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Inacreditável - PT estuda ação judicial por campanha antecipada contra Gilson Machado

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

No ápice da canalhice, depois de financiar com dinheiro da população brasileira, uma escola de samba para fazer campanha para o maior corrupto do planeta, partido quer processar ex-ministros de Bolsonaro por faze adesivos de que o "nordeste está com Flávio"

No ápice do cinismo, o PT analisa recorrer à Justiça Eleitoral contra o ex-ministro do Turismo Gilson Machado, que divulgou vídeo distribuindo adesivos com a frase “O Nordeste está com Flávio Bolsonaro 2026”.

Segundo o portal Poder360, o departamento jurídico do partido estuda apresentar representação por campanha antecipada. A decisão deve sair nos próximos dias.

Na gravação, Machado também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Enquanto Lula pula nos blocos, eu faço o meu trabalho de formiguinha”, afirmou, em referência às agendas de Carnaval do petista no Recife, em Salvador e no Rio de Janeiro, nos dias 14 e 15 de fevereiro.

Pela legislação eleitoral, é vedado o pedido explícito de voto antes do período oficial de campanha. Manifestações políticas e menções a eventuais candidaturas, porém, nem sempre configuram irregularidade.

Em live ao lado do ex-ministro Marcelo Queiroga, Machado disse que os adesivos representam um “movimento espontâneo”, negou uso de recursos públicos e anunciou que pretende organizar “adesivaços” no Nordeste.

A iniciativa ocorre em meio à reação da oposição ao desfile da escola Acadêmicos de Niterói, cujo enredo exaltou Lula. Durante a apresentação, Jair Bolsonaro foi retratado como o palhaço Bozo, com terno azul, peruca vermelha e tornozeleira eletrônica.

Depois do desfile, Flávio Bolsonaro informou que protocolará ação no Tribunal Superior Eleitoral. O Novo anunciou que pedirá a inelegibilidade de Lula. Já o PL argumentou interferência eleitoral pelo uso de recursos públicos para promover a imagem do presidente.

O pré-candidato à Presidência também afirmou que houve uso de dinheiro público para promover o petista durante o Carnaval. Ele também disse que manifestações religiosas teriam sido alvo de desrespeito na Marquês de Sapucaí e levantou dúvidas sobre a imparcialidade do julgamento das escolas.

Flávio direcionou a crítica a eleitores que não se identificam nem com Lula nem com o ex-presidente Jair Bolsonaro. O senador indagou se contribuintes ficaram satisfeitos ao ver recursos públicos sendo usados, segundo ele, para exaltar politicamente o atual presidente. “Democracia forte não é a que escolhe alvos, é a que trata todos com a mesma medida”, afirmou.

De acordo com o parlamentar, houve manifestação explícita em favor de Lula durante o desfile, o que caracterizaria desvio de finalidade em um evento financiado com verba estatal.

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