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Hugo Motta escolhe o corrupto Paulinho da Força como relator do PL da Anistia

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • 19 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Paulinho da Força é um dos donos do Solidariedade e apareceu na planilha da Odebrecht recebendo propina e só está na Câmara porque cassou o mandato de um companheiro de partido

Quando o assunto é voto, Paulinho da Força (Solidariedade-SP) fica mais fraco a cada eleição. Ainda assim, ele é a escolha do presidente da Câmara, Hugo Motta, para ser o relator do PL da Anistia. Na disputa de 2022, por exemplo, recebeu uma votação menor que a necessária para manter o cargo. A cadeira só não foi perdida graças a um golpe de sorte — ou acerto burocrático.

Na estreia em eleições para a Câmara, em 2006, Paulinho da Força recebeu 287 mil votos. Na última disputa, porém, conseguiu quatro vezes menos: apenas 64 mil votos. É menos do que o resultado de Tiririca (PL-SP), o deputado federal eleito por São Paulo com a menor votação de 2022 (71 mil).

Assim, ele sairia do Congresso depois de permanecer na Casa por três mandatos seguidos. Entretanto, o único deputado federal eleito pelo Solidariedade no Estado, Marcelo Lima, perdeu o cargo em novembro de 2023 por Infidelidade partidária. Ele migrou de partido e a direção do Solidariedade: retomou a cadeira. Paulinho, o primeiro suplente — além de presidente da sigla —, voltou para a Câmara.


A força de Paulinho

O Solidariedade surgiu em 2013. Desde então, Paulinho faz parte da direção. Na maior parte do tempo, como presidente. Houve apenas uma interrupção: de novembro de 2022 a junho de 2024, quando ficou na vice-presidência.

Antes, Paulinho passou por três legendas: PDT (1983-1996 e 2003-2013), PTB (1996–2003) e PT (1980–1982), no começo da carreira. Foi metalúrgico, presidente de sindicato e acusado de corrupção. Seu apelido na lista de propinas da Odebrecht era “Boa Vista”.

Paulinho da Força também já declarou que é "amigo íntimo" do supremo ditador do Brasil, o supremo ministro Alexandre de Moraes, um violador dos direitos humanos reconhecido como tal até pelos Estados Unidos e o líder da facção contra a Anistia no Brasil.

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