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Ex-presidiário corrupto torrou mais de R$ 6 milhões em viagem aos EUA

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 23 horas
  • 2 min de leitura

Apenas com hoteis, foram queimados quase R$ 3 milhões. As informações constam nos documentos do Ministério das Relações Exteriores encaminhados à Câmara dos Deputados

O ex-presidiário corrupto solto pela coligação STF/PT para ocupar a Presidência, Lula da Silva gastou cerca de R$ 6 milhões dos cofres públicos para ir aos Estados Unidos em setembro passado. Na ocasião, o larápio participou da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. As informações constam nos documentos do Ministério das Relações Exteriores encaminhados à Câmara dos Deputados.

Entre as despesas registradas, destacam-se mais de US$ 550 mil (R$ 2,9 milhões) destinados à hospedagem, enquanto US$ 603 mil (R$ 3,2 milhões) foram alocados para compra de itens de escritório e a contratação de serviços de tradução. O Itamaraty também apontou um gasto de quase R$ 100 mil com intérpretes.


Detalhes da viagem do corrupto

As informações foram encaminhadas ao Legislativo em 25 de novembro pelo chanceler Mauro Vieira, em resposta ao pedido do deputado federal Capitão Alden (PL-BA).

Naquela viagem a Nova York, Lula decidiu levar uma equipe mais enxuta para evitar constrangimentos com o governo do presidente Donald Trump. À época, o site Poder360 noticiou que a administração norte-americana poderia impor restrições inesperadas aos integrantes da delegação brasileira.

Em outras viagens, o maior corrupto brasileiro costumava convidar deputados e senadores, sob o argumento de que eles poderiam fortalecer relações políticas e promover diálogos mais aprofundados.

A participação do corrupto no evento da ONU em Nova York ocorreu em meio a tensões diplomáticas com o governo dos Estados Unidos.

Naquele momento, as sanções haviam atingido Viviane Barci, mulher do ditador sanguinário e líder da coligação STF/PT, Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O ministério das Relações Exteriores havia classificado as medidas como “indevidas” e “um novo ataque à soberania brasileira”.





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