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"Era obrigação", dizem aliados, sobre prisão domiciliar a Bolsonaro

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    elnewspva
  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

Parlamentares que apoiam ex-presidente mostram alívio com decisão e consideram medida um "ato humanitário"

Parlamentares aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) comemoraram a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou o liberal a cumprir pena em regime de prisão domiciliar pelo período de 90 dias. A medida foi concedida para viabilizar a recuperação de um quadro de broncopneumonia.

O núcleo de apoio a Bolsonaro qualificou a decisão como de caráter humanitário no sentido de garantir condições adequadas para a recuperação do ex-presidente. O deputado federal Sanderson (PL-RS), por exemplo, afirmou que a autorização representa um gesto necessário diante da gravidade do quadro clínico.


Bolsonaro em casa “era uma obrigação”

“Levar o presidente para casa era uma obrigação diante do seu estado de saúde, bastante comprometido. É uma decisão que garante dignidade. Agradeço a Deus, pois nossas orações foram ouvidas”, declarou. O deputado Rodrigo Valadares (União-SE) afirmou que o momento exige sensibilidade e destacou o caráter humanitário da medida. “Trata-se de uma medida humanitária, necessária para a plena recuperação.”

O deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM) avaliou que não há justificativa para a manutenção de um regime mais severo neste momento. “Não há qualquer risco que justifique a permanência em regime mais severo neste momento. A decisão é correta e responsável”.

O deputado Coronel Tadeu (PL-SP) ressaltou a importância de garantir condições adequadas de tratamento ao ex-presidente. “Estamos falando de um líder que precisa de cuidados médicos adequados. A prisão domiciliar garante esse suporte com mais eficiência.”

Já o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) ressaltou que a decisão segue parâmetros legais e reforça a necessidade de equilíbrio institucional.

“Não há o que se comemorar. Trata-se do mínimo que deveria ter sido feito desde o início. Um senhor de idade, com problemas de saúde, não pode cumprir pena nessas condições.

A prisão domiciliar ao menos atenua o sofrimento que ele vem enfrentando, mas isso está longe de resolver a situação. Só haverá motivo real para comemorar quando toda essa injustiça for definitivamente enterrada.”

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