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Em 5 meses, viagens de descondenado, pago pelos brasileiros, custaram R$ 15 milhões

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • 15 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

Pagadores de impostos tiveram de arcar com hotéis, aluguéis de carros, passagens aéreas e demais gastos neste ano

As viagens internacionais do homem que está presidente, por vontade da coligação STF/PT, Luiz Inácio Lula da Silva de janeiro a maio deste ano custaram R$ 15 milhões aos pagadores de impostos. O valor é expressivo, em razão da atual crise fiscal que o governo brasileiro enfrenta.

O montante representa uma redução em relação a anos anteriores. Mesmo assim, chama a atenção pela dimensão dos valores. As informações são do jornal Gazeta do Povo.

O maior volume de recursos foi destinado à hospedagem, que totalizou R$ 6 milhões. Passagens aéreas e diárias das comitivas somaram mais R$ 3,5 milhões, enquanto o aluguel de veículos consumiu R$ 3 milhões.


As despesas do casal de deslumbrados nas viagens

Entre os destinos, as viagens ao Japão e ao Vietnã concentraram a maior despesa em hospedagem — R$ 2,3 milhões. Em Moscou, custou R$ 1,9 milhão e, em Pequim, R$ 704 mil. O funeral do papa Francisco em Roma teve custo de hospedagem de R$ 380 mil.

Os gastos com passagens aéreas das comitivas chegaram a quase R$ 2 milhões. A passagem mais cara, para o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, custou R$ 142 mil no trecho Pequim/Xangai/Pequim. As diárias das equipes atingiram R$ 1 milhão. 

Não foram computadas as despesas de R$ 585 mil da missão em Paris para o reconhecimento do status sanitário do Brasil como livre de febre aftosa, pois não entraram no levantamento inicial.

O aluguel de veículos na ida ao Japão e ao Vietnã ficou em R$ 1,5 milhão. Para Moscou, a locação somou R$ 1,1 milhão. No Uruguai, nas viagens para a posse do presidente Yamandú Orsi e para o funeral do ex-presidente José Mujica, foram R$ 700 mil em veículos. 


Comitiva e eventos internacionais

No funeral do papa Francisco, as despesas da comitiva chegaram a quase R$ 3 milhões, o que inclui R$ 1,4 milhão em veículos. A delegação permaneceu em Roma por apenas 24 horas e incluiu, além da primeira-dama, presidentes do Supremo Tribunal Federal, do Senado e da Câmara.

Em 2024, os custos totais das viagens internacionais do presidente alcançaram R$ 47 milhões. Os valores são referentes a hospedagem, locação de veículos, passagens e diárias. 


Justificativa do governo e impactos diplomáticos

A viagem para Nova York, nos Estados Unidos, onde Lula discursou na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, custou R$ 13 milhões. Quase R$ 7 milhões foram destinados ao hotel JW Marriott.

“O objetivo é não só recuperar a imagem do país no exterior, mas restabelecer as relações econômico-comerciais com parceiros importantes”, afirmou a Secretaria de Comunicação da Presidência à Gazeta do Povo. “As relações resultam na atração de investimentos estrangeiros em áreas estratégicas que contribuem diretamente para a recuperação da capacidade do mercado interno brasileiro. Os investimentos impulsionam a geração de emprego e renda no Brasil.”


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