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Democracia Cristã confirma ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa pré-candidato à Presidência

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Ex-ministro do STF substitui Aldo Rebelo na disputa eleitoral; antigo pré-candidato publicou nota com críticas à decisão partidária

O partido Democracia Cristã (DC) confirmou o nome de Joaquim Barbosa para a eleição presidencial. O anúncio oficial ocorreu neste sábado, 16. O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) substitui Aldo Rebelo na corrida pelo Palácio do Planalto. O registro de filiação do jurista já consta na Justiça Eleitoral, conforme informações do jornal O Estado de S. Paulo.

A confirmação da nova chapa ocorreu logo depois de um protesto de Aldo Rebelo. O agora ex-pré-candidato do partido publicou uma nota de repúdio nas redes sociais. Ele criticou a indicação de Barbosa e declarou a manutenção da própria campanha.

Aldo classificou a situação como um “balão de ensaio”. Ele chamou a indicação de uma afronta aos seus princípios de transparência. O político afirmou que possui uma biografia limpa e experiência na administração pública. O ex-ministro argumentou que o partido fez um convite oficial e assumiu um compromisso com ele.


A defesa do Democracia Cristã para Joaquim Barbosa

A presidência nacional do DC emitiu um comunicado para justificar a mudança. O presidente da legenda, João Caldas, assinou o documento. O dirigente afirmou que o país precisa de um novo capítulo em sua história.

O líder partidário defendeu que Joaquim Barbosa representa uma possibilidade de união nacional. O texto cita a reconstrução da confiança do povo nas instituições democráticas. A sigla declarou que a trajetória do jurista honra os valores republicanos. O partido encerrou a nota com a afirmação de que o Brasil está acima de projetos pessoais.

Joaquim Barbosa foi o primeiro homem negro a presidir a Suprema Corte do Brasil. Ele ocupou o cargo máximo da Justiça entre os anos de 2012 e 2014. O ex-ministro também ganhou destaque nacional como relator do julgamento do Mensalão. O jurista mineiro pediu aposentadoria há 10 anos. Ele trabalha na advocacia privada desde então.

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