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Ataques contra vereadora Maria do Supercompras são infundados

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    elnewspva
  • há 5 minutos
  • 2 min de leitura

Erro de interpretação coloca vereadora primaverense nas redes sociais, mas motivos são infundados

A crítica feita pela vereadora Rubia Longhi na última sessão ordinária da Câmara, carece de precisão interpretativa e, sobretudo, de coerência prática.

Em nenhum momento a vereadora Maria Garzella defendeu o “fim” dos pontos facultativos, como se tenta induzir.

O que está em debate é o excesso dessas paralisações administrativas e seus impactos diretos na economia local — especialmente sobre o comércio e o setor empresarial, que não podem simplesmente “fechar as portas” sem prejuízo.

É preciso tratar o tema com responsabilidade. Cada ponto facultativo representa menos dias de funcionamento de serviços públicos e, muitas vezes, uma desaceleração da atividade econômica. Em uma cidade em pleno desenvolvimento, isso afeta desde pequenos comerciantes até a geração de empregos.

Questionar excessos não é “RETIRAR DIREITOS”, mas sim buscar equilíbrio entre o funcionamento da máquina pública e a vitalidade econômica do município.

Por outro lado, a mesma vereadora (RUBIA LONGHI) que critica essa discussão defende um projeto de “Férias sem Fome” nas escolas — proposta que, à primeira vista, tem apelo social, mas que carece de respostas objetivas.

Nesta mesma direção, a vereadora Rubia diz que a Educação municipal deixou de ser assistencialista, porém, o apelo assistencial deste projeto é evidente.


QUESTIONAMENTOS

Quem ficará responsável pelas crianças durante o recesso escolar? Como será garantida a estrutura, segurança e acompanhamento desses alunos fora do calendário regular? Alimentação é, sem dúvida, uma pauta sensível, mas não pode ser tratada de forma isolada, sem considerar a logística e a responsabilidade envolvida no cuidado dessas crianças.

Há aqui um evidente contraste: de um lado, critica-se uma proposta que busca organizar o calendário administrativo e proteger a economia; de outro, defende-se um projeto que amplia a responsabilidade do poder público sem esclarecer sua viabilidade prática.

É uma incoerência que precisa ser apontada.

A vereadora Maria Garzella, ao levantar o debate sobre os pontos facultativos, atua dentro de uma lógica de planejamento e desenvolvimento econômico. Já a crítica recebida se apoia mais em distorções do discurso do que em argumentos sólidos.

Voltando a frisar, não se fala em retirar “recesso” da classe dos professores jamais.

Vale ressaltar que a vereadora Maria Garzella sugeriu ao executivo observar e analisar tal questão para o ano de 2027, e claro, dentro do que é possível, legal e prudente.

Ataques pessoais travestidos de opinião não fortalecem o debate público — o empobrecem. Quando alguém utiliza as redes sociais apenas para denegrir, apedrejar reputações ou disseminar insinuações, não está exercendo liberdade de expressão, mas sim substituindo argumento por ruído.

Esse comportamento revela mais sobre a fragilidade de quem ataca do que sobre o alvo atingido: falta de conteúdo, de responsabilidade e de compromisso com a verdade.

O debate público exige mais do que narrativas simplificadas — exige compromisso com a verdade, responsabilidade com os impactos das propostas e, acima de tudo, coerência.




Ely Leal - Redação



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