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"Aprovamos a legislação mais dura contra o crime" diz relator do PL Antifacção

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    elnewspva
  • há 3 horas
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O deputado Derrite também destacou a importância da '"descapitalização de bens de empresas que fazem a lavagem de dinheiro do crime organizado"

O relator do PL Antifacção, deputado Guilherme Derrite (PL-SP), comemorou a aprovação do projeto no Senado e afirmou que a proposta representa a “legislação mais dura no combate ao crime organizado”.

“O mais importante para o futuro do Brasil é que retomamos o texto original que havia sido aprovado na Câmara dos Deputados“, afirmou Derrite em entrevista ao programa Oeste Sem Filtro, nesta terça-feira, 25. “São dez novos tipos penais específicos. Isso vai trazer a realidade das ruas para o texto jurídico.”

“Ou seja, o indivíduo que está portando fuzil, utilizando barricada ou exercendo domínio territorial vai enfrentar uma legislação que prevê até 65 anos de prisão”, completou o parlamentar, ao detalhar a proposta.

Derrite também destacou a importância da “descapitalização de bens de empresas que fazem a lavagem de dinheiro do crime organizado.”

Derrite também reforçou o seu posicionamento sobre o uso de recursos advindos da taxação das chamadas bets para utilização no setor de Segurança Pública.

O deputado explicou que o texto inicial previa esse mecanismo e que ele deu parecer favorável à proposta, mas alguns parlamentares alertaram que não houve debate suficiente sobre o dispositivo.

Outro fator que influenciou a retirada foi a posição do Ministério da Fazenda, que demonstrou resistência à criação de uma nova contribuição sobre o setor.

De acordo com o deputado, o tema será alvo de um projeto específico no futuro.

A Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre bets para o financiamento da segurança pública deverá se transformar em um projeto independente, o que permitirá debate específico sobre a criação da contribuição.

Depois da aprovação do PL Antifacção, Derrite declarou: “O que eu entendi do destaque não excluiu essa parte do texto. A ideia é aproveitar o conteúdo que o Senado aprovou e convertê-lo em uma proposta autônoma, para que possamos discuti-la.”

A avaliação é de que a complexidade do tema — sobretudo no que diz respeito à tributação das apostas — demanda maior aprofundamento técnico e político antes de uma eventual aprovação.

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