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Wellington Fagundes prepara PL de MT, com "alianças diferente" da orientação nacional

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    elnewspva
  • há 12 minutos
  • 2 min de leitura

“Não necessariamente teremos que repetir nos Estados o mesmo que será no nacional..."

O senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato ao governo, indicou que as alianças de seu partido nas eleições estaduais de 2026 podem não seguir o padrão das alianças nacionais. Segundo Fagundes, não é obrigatório que as composições nacionais do PL se repitam no cenário político de Mato Grosso.

“Não necessariamente teremos que repetir nos Estados o mesmo que será no nacional, mas nós vamos procurar trabalhar no mesmo rumo. Não dá para conversar com o partido de esquerda, a posição do PL é muito clara. É possível que aqui a gente tenha desenhos diferentes, mas, claro, vamos na mesma linha que a direção nacional e, claro, a liderança do Flávio Bolsonaro”, disse. 

A definição das alianças nacionais para a campanha, contudo, será feita em um momento posterior. No Rio de Janeiro, por exemplo, é considerada a hipótese de o prefeito Eduardo Paes (PSD), pré-candidato ao governo, incluir o PL em sua coligação. 

Em Mato Grosso, esse tipo de arranjo entre os dois partidos é inviável, considerando que Carlos Fávaro, presidente do PSD e ministro do governo Lula (PT), é percebido no estado como um nome progressista e ligado à esquerda.

Segundo Fagundes, o apoio irrestrito à candidatura de Flávio é a condição inegociável imposta pelo PL para que outros partidos integrem o palanque - seja nacionalmente ou nos palanques estaduais. Qualquer posicionamento contrário inviabiliza as conversas.

Fagundes foi reeleito senador em 2022, contando com o apoio de uma ampla aliança que incluía a Federação PSDB Cidadania, além do União Brasil, Republicanos, PROS, Podemos, MDB e PSB.

Atualmente, uma nova união com o MDB de Janaina Riva - pré-candidata ao Senado, nora do senador, é vista como pouco provável. Embora Fagundes tenha tentado essa reaproximação, ele enfrenta forte oposição de Abilio Brunini (PL), prefeito de Cuiabá.

O União Brasil, por sua vez, demonstra divisões internas. Parte da legenda defende o lançamento de uma candidatura própria ao governo, enquanto o outro grupo apoia Otaviano Pivetta (Republicanos), nome preferido do atual governador Mauro Mendes - que é presidente do diretório estadual da UNIÃO - para sucedê-lo no Palácio Paiaguás.





Fonte: olhardireto

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