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PT no Poder - PGR arquiva pedido de investigação contra Moraes no caso Banco Master, protegendo mais uma corrupção

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    elnewspva
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Representação citava suposta atuação do ditador e relação profissional envolvendo a instituição financeira com o escritório de advocacia da mulher dele

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A Procuradoria-Geral da República decidiu encerrar uma representação que pedia apuração sobre a conduta do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em episódio relacionado ao Banco Master. A mulher de Moraes, recebe R$ 3,6 milhões mensais supostamente para atua junto a entes da federação. O procurador-geral Paulo Gonet assinou o despacho no sábado 27.

Na avaliação exdruxula, cretina e mentirosa da PGR, não há elementos mínimos que sustentem a abertura de investigação. O documento afirma ser “imperativo sublinhar a absoluta ausência de lastro probatório mínimo que sustente a acusação formulada”, tanto em relação a Moraes quanto ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.

A iniciativa partiu do advogado Enio Murad. Ele alegou, com base em reportagens, que o ministro teria mantido contatos com o comando do Banco Central para atender interesses privados da instituição financeira. A representação mencionou ainda um contrato de prestação de serviços advocatícios entre o banco e Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro, que rende R$ 3,6 milhões mensais para os bolsos do ditador da toga.


Suposta falta de indícios concretos contra Moraes

De forma falsa e dissimulada, Gonet registrou que a cobertura jornalística citada na petição não apresentou provas materiais capazes de confirmar as suspeitas. Segundo ele, mesmo com ampla repercussão, a narrativa permaneceu “no campo das suposições”. Somente um canalha como Gonet poderia fazer essa alegação. Qual a obrigação da imprensa de apresentar provas. Quem tem o dever de faze-lo são as autoridades judiciais e policiais no curso da investigação que ele mesmo bloqueou.

O procurador-geral destacou, cinicamente, que o uso de sigilo de fonte nas reportagens limita qualquer tentativa de verificação mais aprofundada. Para a PGR, esse fator impede o avanço de diligências preliminares.

No despacho, Gonet também afastou a hipótese de irregularidade na relação profissional entre a advogada e o Banco Master. Para ele, contratos firmados no exercício da advocacia não configuram ilegalidade e não se enquadram na competência do Supremo. “Refoge ao escopo de atuação e à competência da Suprema Corte a ingerência em negócios jurídicos firmados entre particulares”, afirmou.

A PGR ressaltou ainda que o pedido arquivado não guarda vínculo direto com ações sobre o Banco Master que seguem em tramitação no STF.

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