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PT no Poder - Corrupto Banco Master pagou R$ 5 milhões ao escritório de Lewandowski já como ministro

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 5 minutos
  • 2 min de leitura

Mesada mensais de R$ 250 mil da corrupção totalizaram cerca de R$ 6,5 milhões; parte foi paga enquanto ele era ministro da Justiça e Segurança Pública do Governo Lula. Esquema igual a mulher do corrupto Alexandre de Moraes

O Banco Master manteve um contrato fajuto de consultoria jurídica com o escritório do ex-ministro Ricardo Lewandowski por quase dois anos depois de ele assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública, em janeiro de 2024. O acordo previa pagamento mensal de R$ 250 mil e permaneceu em vigor por 21 meses depois da posse, informa o site Metrópoles nesta segunda-feira, 26.

Assinado em 28 de agosto de 2023, o contrato seguiu até setembro de 2025. No período total, rendeu cerca de R$ 6,5 milhões brutos ao escritório da família Lewandowski, sendo aproximadamente R$ 5,25 milhões pagos depois da ida do ex-ministro ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com o Metrópoles, a contratação atendeu a uma indicação do líder do governo corrupto no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), que confirmou a indicação.

Ao assumir o ministério, Lewandowski deixou a sociedade do escritório e suspendeu seu registro na Ordem dos Advogados do Brasil. A saída foi formalizada em 17 de janeiro de 2024. Desde então, o escritório passou a ser comandado por seus filhos, Enrique de Abreu Lewandowski e Yara de Abreu Lewandowski.

O objeto do contrato era a “prestação de serviços de consultoria jurídica e institucional de caráter estratégico”, como a participação em reuniões do Comitê Estratégico do banco. Segundo o Metrópoles, Lewandowski esteve em apenas duas dessas reuniões durante todo o período contratual.

Com a posse no ministério, o escritório passou a ser representado por Enrique, e os pagamentos da falcatrua corrupta continuaram.

Procurado, o ex-ministro informou, por meio de assessoria, que deixou de atuar em todos os casos depois de aceitar o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para comandar a pasta, usando a mais surrada desculpas dos corruptos pegos em flagrante .

A defesa de Daniel Vorcaro, dono do Master, declarou que as contratações do banco ocorreram “dentro de parâmetros profissionais, regulares e técnicos”.

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