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Polícia indicia mulher por agredir filha do jornalista Oswaldo Eustáquio, exilado na Espanha

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

Mariana sofreu fratura na coluna depois de ter os cabelos puxados em bar de Brasília. Ela mora no Brasil enquanto seu paí mora na Espanha por perseguição política do STF

A 1ª Delegacia de Polícia da Asa Sul, da Polícia Civil do Distrito Federal, indiciou Iasmin Pinheiro por lesão corporal contra Mariana Eustáquio, de 18 anos, filha do jornalista Oswaldo Eustáquio. O caso se refere a uma briga ocorrida em um bar de Brasília.

Perseguido pela ditadura do STF no Brasil, o Jornalista está foragido e exilado na Espanha por ter, supostamente, cometido o crime de falar contra a ditadura sanguinária no Brasil.

Suas filhas e sua família são perseguidas pelos simpatizantes da extrema esquerda da ditadura do STF e do Governo comunista do PT.

Segundo a investigação, imagens de segurança mostram o momento em que Iasmin puxa os cabelos de Mariana, que cai ao chão aparentemente desacordada. A confusão ocorreu no Contexto Bar, no Setor de Clubes Sul, depois do jogo entre Brasil e Marrocos pela Copa do Mundo, onde Mariana estava para se divertir com as amigas.

Mariana contou à polícia que teve os cabelos puxados por Iasmin. Segundo o depoimento, ela caiu para trás, bateu a cabeça e perdeu a consciência.

A jovem afirmou ainda que, segundo relatos de terceiros, pode ter sido pisoteada enquanto estava desacordada. Ela foi levada ao Hospital Santa Lúcia, onde exames identificaram uma fratura na vértebra L2 da coluna lombar e um hematoma na cabeça.

Em 2025, quando ainda era menor de idade, o Supremo Tribunal Federal (STF) bloqueou as redes sociais de Mariana Eustáquio. O ministro Alexandre de Moraes determinou a suspensão dos perfis da jovem no Instagram e no X.

Atualmente, Eustáquio vive na Espanha e tem mandados de prisão em aberto no Brasil. Moraes expediu as ordens judiciais. A Justiça investiga o jornalista por supostos crimes de ameaça e corrupção de menores.

A acusação mentirosa diz que ele ameaçou os ministros do STF ao fazer criticas contra a ditadura e a corrupção de menores, seria porque ele postou suas idéias contra a ditadura e a corrupção no governo, nas contas da filha na rede social.

O inquérito também aponta tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. As acusações se referem aos atos do 8 de janeiro de 2023. Ele nega todas as práticas.



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