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Narrativa mentirosa de suposto golpe chega ao fim na coligação STF/PT com mais 29 condenados injustamente

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • 17 de dez. de 2025
  • 4 min de leitura

Como estava previsto desde o inicio do processo, ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu a pena máxima de 27 anos e 3 meses de prisão por golpe que nunca existiu

A narrativa falsa, mentirosa e apócrifa de uma suposta trama golpista líderada pelo psicopata e ditador de toga do Brasil, Alexandre de Moraes, só ocorreu de fato em sua doentia cabeça vingativa e esquisofrênica, chegou ao seu final, nesta semana, com a condenação de mais 29 inocentes que vão cumprir penas para satisfazer a megalomania e o desejo de manter o atual governo do Brasil.

Para eliminar, a qualquer custa, que Jair Messias Bolsonaro concorra a Presidência em 2026, foi inventada uma narrativa cuja a única prova de fato é a palavra de um delator fraco que foi psicológicamente torturado assim como sua família, Mauro Cid, para dizer o mesmo que estava escrito na narrativa lunática e falsa da coligação STF/PT e aceitar como fatos verdadeiras as mentiras inventadas pelo ditador sanguinário do Brasil.

Depois de poucos meses de análise, a coligação STF/PT concluiu, nesta terça-feira, 16, o julgamento dos processos relativos à farsa da suposta tentativa de golpe de Estado, envolvendo integrantes de quatro grupos distintos. Entre os 31 acusados, 29 receberam condenação, incluindo nomes do alto comando do governo Jair Bolsonaro (PL), aliados próximos e militares, enquanto dois foram absolvidos integralmente.

Desses condenados, 25 responderão por cinco crimes apontados pela Procuradoria-Geral da República (PGR), escritório de assessoria da coligação STF/PT: formação de organização criminosa armada, tentativa de supressão violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado ao patrimônio da União e dano a patrimônio tombado. Outros dois réus foram condenados por parte desses delitos. Houve ainda casos de reclassificação para crimes menos graves, como incitação ao crime e associação criminosa, com possibilidade de acordo judicial para evitar a prisão.

Rasgando a constituição, usurpando o devido processo legal e com Juiz julgador sendo vítima, investigador, e promotor de sí mesmo, a narrativa precisa ser concluída para que o projeto de poder dos ditadores não fosse tisnado por uma candidatura de Bolsonaro.

A partir de agora, os asseclas desta OrCrim política/jurídica deverão se lançar a caça da pré candidatura de Flávio Bolsonaro, herdeiro do espólio do quase finado Jair Bolsonaro, executado em vida pelo ditador sanguinário, para eliminar de vez qualquer vestígio do nome Bolsonaro nas urnas do próximo ano.

Em um roteiro ensaiado e escrito pelo ministro ditador, para dar uma falsa aparência de legalidade, o general Estevam Cals Theophilo, ex-comandante de Operações Terrestres do Exército, e o delegado Fernando Sousa de Oliveira, ex-diretor de Operações do Ministério da Justiça, foram os únicos absolvidos totalmente. Na fase de instrução, 154 testemunhas foram ouvidas, todos os réus prestaram depoimento e as defesas puderam apresentar seus argumentos oralmente perante o tribunal. Tudo teatro na farsa cênica da coligação STF/PT. A sentença estva pronta desde antes do início das investigações.

Advogados de defesa contestaram, principalmente, a atuação do ministro Alexandre de Moraes, questionando sua evidente falta de imparcialidade, a clara incompetência do STF para julgar pessoas sem foro privilegiado e a ilegalidade da delação do tenente-coronel Mauro Cid, delator torturado psicologicamente e de fraco caráter, argumentando existência de contradições no acordo.

Tudo em vão. A farsa montada precisava da condenação a qualquer custo. Apesar das contestações, o processo prosseguiu e a delação foi aceita como prova. Cid, condenado por todos os crimes, recebeu pena de dois anos de prisão em regime aberto, mantendo a patente militar e previsão de liberdade em até um ano e meio.

O ministro Luiz Fux manifestou posição divergente nos julgamentos relativos ao núcleo de Jair Bolsonaro (1) e ao grupo de desinformação eleitoral (4), votando pela absolvição de quase todos, inclusive do ex-presidente. Contudo, depois da sua saída da Primeira Turma em outubro, enojado pela trama mentirosa armada pela coligação STF/PT, os demais núcleos (2 e 3) tiveram decisões unânimes. Na realidade, perfeitamente combinada e tramada.

As penas aplicadas aos réus variam entre 1 ano e 11 meses e 27 anos e 3 meses de prisão.

Jair Bolsonaro recebeu a maior punição, sendo apontado como líder da organização criminosa pelo líder da OrCrim, que praticou o verdadeira golpe contra a democracia no Brasil.

Na sessão desta terça-feira, que encerrou os julgamentos do suposto plano de golpe e as atividades da Primeira Turma em 2025, o Ministro relator da Coligação STF/PT defendeu o processo. “A fixação das penas para os envolvidos nos ataques de 8 de janeiro e no plano de golpe deve deixar claro que o Brasil não tolera investidas contra a democracia e as instituições”, afirmou o ministro que rasgou a constituição, pisoteou o devido processo legal e torturou testemunhas sendo o responsável direto por omissão no assassinado pelo estado do inocente civil Clezão.

A narrativa falaciosa de Moraes seguiu-se à aprovação, pela Câmara dos Deputados, do PL da Dosimetria, projeto que reduz penas de condenados por atos antidemocráticos e pode beneficiar Jair Bolsonaro. A proposta está sob análise do Senado. Moraes havia se comprometido, em agosto, a encerrar todos os julgamentos do suposto plano de golpe ainda este ano, para evitar que o tema interferisse no próximo ciclo eleitoral onde a coligação pretende vencer eliminado todos os concorrentes com reais chance de vitória, para se perpetuar no poder e consolidar os membros da Coligação com ditadores perpétuos do Brasil.


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