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MST articula brigada para defender ditadura de Nicolás Maduro

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 19 horas
  • 2 min de leitura

Grupo terrorista que promove e incentiva invasão de propriedade privada não aceita a invasão dos EUA na propriedade venezuelana

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) está mobilizando uma brigada de apoiadores para ir à Venezuela, para atuar em defesa do regime do agora ditador deposto Nicolás Maduro.

A iniciativa vem em meio à crise política instaurada no país depois da prisão de Maduro e de sua mulher, Cília Flores, pelos Estados Unidos, em 3 de janeiro.

Segundo o movimento, a brigada teria como objetivo “contribuir com a defesa da soberania do país e com o fortalecimento das comunas”, estrutura associada ao modelo político implementado pelo chavismo.

O MST afirma manter representantes na Venezuela há mais de 20 anos, vinculados a programas do governo local voltados à produção agrícola e à agricultura familiar.


MST cria pacote de ações em defesa de Maduro

Desde a operação americana, o MST organizou diversas ações para manifestar solidariedade ao chavismo e pressionar pela libertação de Maduro.

Entre as iniciativas está a criação de um boletim diário, chamado “Venezuela em Foco”, que, segundo o MST, terá como objetivo divulgar informações “verificadas” e combater a desinformação.

Além disso, o MST definiu um calendário de mobilizações a favor do regime chavista para o mês de janeiro. Para este sábado, 17, está prevista uma reunião nacional com o lema “Liberdade para Maduro e Cília, já! Fora Trump da América Latina!”. Já para 20 de janeiro, o movimento planeja um “dia de conscientização nas redes sociais”.

A iniciativa reforça a atuação internacional do MST em defesa de regimes alinhados à esquerda latino-americana, mesmo diante de denúncias de autoritarismo, repressão política e colapso econômico — características que marcaram o período do governo chavista na Venezuela.

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