top of page

Últimas Notícias

Max diz que Assembleia pode intervir em crise no Samu e cobra análise técnica sobre integração com Bombeiros

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 24 horas
  • 2 min de leitura

De acordo com o parlamentar, a análise da situação dos socorristas e da estrutura do serviço deve partir dos deputados que fazem parte da comissão de saúde

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (Podemos), afirmou que o parlamento pode intervir na situação envolvendo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas destacou que qualquer medida precisa de um posicionamento técnico da Comissão de Saúde. Segundo ele, o colegiado já discute o tema e deve indicar os próximos encaminhamentos.

“Assim que a Comissão de Saúde tomar uma decisão e precisar do apoio da presidência, estaremos à disposição para ajudar em qualquer encaminhamento”, declarou Russi, ao destacar que tem buscado fortalecer o papel das comissões permanentes dentro do Legislativo estadual.

De acordo com o parlamentar, a análise da situação dos socorristas e da estrutura do serviço deve partir dos deputados que fazem parte da comissão. Ele afirmou que aguarda um direcionamento técnico para, então, atuar institucionalmente no caso. “Eu preciso que a Comissão de Saúde me dê o norte, as diretrizes, para que eu possa, enquanto presidente, fortalecer esse trabalho”, disse.

Russi evitou fazer uma avaliação definitiva sobre a proposta do governo estadual de integrar o atendimento do Samu com o Corpo de Bombeiros, medida que tem gerado debate entre profissionais da área e gestores públicos, mas reforçou a necessidade de aprofundamento técnico antes de qualquer posicionamento.

“Alguns municípios têm dado certo esse sistema. Eu fui prefeito de Jaciara, por exemplo, e lá funciona com excelência. Mas cada cidade tem uma realidade, então é preciso analisar caso a caso”, afirmou.

Segundo ele, cabe à Comissão de Saúde estudar o tema para avaliar os impactos da proposta. “O importante é colocar a saúde pública em primeiro lugar e buscar a melhor solução para cada região”, concluiu.


Comentários


bottom of page