top of page

Últimas Notícias

Governo prepara medida para sabotar renegociação de dívidas no Agro

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 12 horas
  • 2 min de leitura

Governo Lula de extrema esquerda considera o Agronegócio "fascista" e estuda proposta para derrubar projeto que renegocia dividas com os maiores juros do planeta

A equipe econômica do governo Lula da extrema esquerda comunista estuda editar uma medida provisória (MP) para criar um modelo de renegociação das dívidas do setor agropecuário.

Sob a alegação de impacto fiscal, a ideia do Executivo é não conceder benefícios ao setor para continuar produzindo.

A iniciativa busca oferecer uma alternativa ao projeto aprovado pelo Senado, mas considerado pela Fazenda uma “pauta-bomba”, por causa do elevado impacto, estimado em R$ 30 bilhões, sobre as contas públicas.

Só que as eleições deste ano levaram o governo a criar uma série de "benefícios", que o mercado econômico chama de "pacote de bomdades eleitorais", que vai abrir um rombo estimado em R$ 217 bilhões, apenas para tentar reeleger Lula.

O tema ganhou força na terça-feira, 7, durante reunião entre integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e o ministro da Fazenda, Dario Durigan e o vice-presidente Geraldo Alckmim.

A principal preocupação do Governo Lula, de extrema esquerda, é evitar uma renegociação ampla, como a aprovada pelos senadores e atualmente em análise na Câmara dos Deputados e que vai permitir que o Agronegócio sobreviva e continue a gerar divisas para a nação.

Por isso, o governo trabalha em um texto que não permita o benefício e que o alcance do programa e concentre os benefícios em produtores rurais ligados ao PT, como a família Maggi, que sofreram perdas recentes provocadas por eventos climáticos ou oscilações de mercado.

Pelas discussões conduzidas pelo Governo Lula, a MP deverá estabelecer um teto de até R$ 8 milhões por renegociação, juros de 12%, prazo de pagamento de até oito anos, com dois anos de carência, e possibilidade de criação de mecanismos de garantia com participação do governo para facilitar o acesso a novos financiamentos. Mas apenas para os agricultores que apoiam o PT.

No Congresso, porém, a Frente Parlamentar do Anegócio, popularmente conhecida como "bancada do agro", defende um modelo mais abrangente.

O texto aprovado pelo Senado permite renegociações de até R$ 10 milhões para todos os produtor e de até R$ 50 milhões para grandes produtores e cooperativas. Além de contemplar produtores que comprovem perda mínima de 30% da renda bruta em pelo menos duas safras de 2019 a 2025.

A proposta ainda prevê juros entre 3,5% e 7,5% e prazo de até 13 anos para quitação das dívidas, com no mínimo dois anos de carência.

O líder de Lula na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), reconheceu que há divergências entre o Executivo e os parlamentares sobre o programa. “Eu, particularmente, defendo que as medidas devem atender somente os nossos produtores e as produtoras que foram atingidos pelos eventos climáticos”, afirmou Pimenta, ao deixar a reunião com Durigan.

Já o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), afirmou que os parlamentares não pretendem abrir mão do texto aprovado pelo Senado.

“O cerne do texto aprovado no Senado foi justamente o enquadramento daqueles que tiveram perda de renda devido aos problemas do endividamento rural”, disse Lupion. “Então, nós vamos insistir com isso e não vamos abrir, absolutamente, mão disso.”


bottom of page