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Governo Lula gastou R$ 178 milhões com propaganda em 2026

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

Valor é quase 20% de toda despesa em publicidade institucional do terceiro mandato

O governo do presidente Lula desembolsou R$ 178 milhões com publicidade institucional entre 1º de janeiro e 15 de junho de 2026.

O valor, conforme o site Poder360, representa cerca de 20% de todos os recursos destinados à propaganda do Palácio do Planalto desde o começo do terceiro mandato.

Levantamento com base nos dados da Secretaria de Comunicação mostra que, desde o início da atual gestão, o governo já destinou R$ 954,5 milhões à divulgação de campanhas institucionais do Planalto.

O total considera apenas as despesas da Presidência da República, sem incluir gastos de ministérios, empresas estatais e sociedades de economia mista, como a Petrobras.


Governo Lula: gastos crescem ano a ano

De acordo com os dados oficiais, as despesas com publicidade institucional evoluíram ao longo do mandato:

  • 2023: R$ 175,9 milhões;

  • 2024: R$ 234,9 milhões;

  • 2025: R$ 365,7 milhões;

  • 2026 (até 15 de junho): R$ 178 milhões.

Caso o ritmo de gastos seja mantido no segundo semestre, o total de 2026 poderá superar o registrado em 2025.


Globo recebeu o maior volume de recursos

Segundo o levantamento, o Grupo Globo recebeu R$ 267 milhões em publicidade da Secom entre janeiro de 2023 e 15 de junho de 2026.

O montante corresponde a 25,6% de toda a verba de propaganda administrada pelo Palácio do Planalto no período, tornando o conglomerado o principal destinatário dos recursos destinados à veiculação de campanhas oficiais.

Os números da publicidade institucional também passaram a integrar uma ação apresentada pelo Partido Liberal (PL) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A legenda sustenta que o governo ultrapassou o limite legal de despesas com propaganda institucional no primeiro semestre de um ano eleitoral e pede a suspensão das campanhas, além da apresentação detalhada dos gastos pela Secom.

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