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Gestão petista do IBGE está destruindo a credibilidade do Instituto e servidores de carreira abandonam o órgão

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 17 minutos
  • 2 min de leitura

Márcio Pochmann é o homem de confiança do governo petista para alterar dados de pesquisas nacionais e mudar a realidade econômica e social do Brasil para atender interesse político do PT

Ao menos quatro funcionários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) entregaram seus cargos depois da exoneração de Rebeca Palis da coordenação de Contas Nacionais, área responsável pelo cálculo do Produto Interno Bruto (PIB), segundo apuração do portal "Poder360".

A saída da pesquisadora ocorreu em 19 de janeiro, por decisão do Presidente político do Instituto, conforme informou o próprio IBGE em comunicado.

Dois dias depois, Cristiano Martins, gerente de bens e serviços, pediu demissão, de acordo com o portal. Já Claudia Dionísio, gerente das contas nacionais trimestrais, e Amanda Tavares, gerente substituta da área, entregaram os cargos na última sexta-feira, 23.

Em nota, o IBGE informou que o substituto de Rebeca será o servidor Ricardo Montes de Moraes. O instituto ainda afirmou que definirá “de forma dialogada o cronograma de transição entre a atual coordenação e o futuro coordenador”.

A mudança na chefia de Contas Nacionais ocorre a menos de dois meses da divulgação do PIB anual, prevista para 3 de março.

O IBGE não detalhou os motivos da exoneração de Rebeca Palis mas entre os servidores, não existe a menor dúvida de que ela havia se recusado a fraudar os dados do PIB nacional de modo a favorecer o governo em ano eleitoral.

Com anos de carreira, ela sempre atuou técnicamente em seu trabalho, enquanto Márcio Pochmann quer fraudar os dados para esconder que a nação está regredindo economicamente e com isso esconder a verdade, para favorecer o PT na disputa eleitoral de 2026.

Ainda segundo informações apuradas, Cristiano Martins, Cláudia Dionísio e Amanda Tavares também saírampor estarem pressionados pelo petistas para fraudar os dados de suas áreas para ajudar o PT em ano eleitoral.

Os servidores alegam que o Instituto tem décadas de serviços prestados ao País de forma independente de qualquer governo, sem qualquer viés político e que agora, o PT ocupou a presidência para destruir a credibilidade do Instituto.

A relação entre técnicos do IBGE e o presidente do instituto, Márcio Pochmann, está estremecida desde 2024.

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores do IBGE (Assibge) passou a questionar medidas da gestão e divulgou cartas que mencionavam “viés autoritário, político e midiático” da presidência. Rebeca assinou o documento, bem como todos os servidores citados nesta reportagem.

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