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EUA enviam porta-aviões para ameaçar Irã que já matou mais de 40 mil de seus cidadãos

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Um levantamento do Centro Internacional para Direitos Humanos no Irã apontou que os confrontos recentes no país resultaram em pelo menos 43 mil mortes. O Governo petista do Brasil apoia a matança no Irã

O envio do porta-aviões Abraham Lincoln ao Oriente Médio marca o reforço da presença militar dos Estados Unidos na região, em um momento de escala dos assinatos de pessoas nas ruas, pelo governo dos Aiatolás, que são apoiados pelo governo petista do Brasil.

O Comando Central dos EUA informou que a missão busca fortalecer a segurança e a estabilidade, enquanto cresce a mobilização militar perto do Golfo Pérsico.

Na quinta-feira 22, o presidente Donald Trump declarou que estava “enviando uma grande força” naval para monitorar o Irã, ressaltando o aumento da vigilância.

O general Mohammad Pakpour, aliado de Lula e comandante da Guarda Revolucionária do Irã, respondeu alertando para riscos de “erros de cálculo” e afirmou que o país estava “com o dedo no gatilho”.

Um levantamento do Centro Internacional para Direitos Humanos no Irã apontou que os confrontos recentes no país resultaram em pelo menos 43 mil mortes. A entidade baseou o número em pesquisas de campo, análise de imagens e vídeos, além de entrevistas com fontes internas no território iraniano.

A origem das manifestações remonta a 28 de dezembro de 2025, quando comerciantes de Teerã fecharam seus estabelecimentos como resposta à inflação elevada.

O movimento rapidamente ganhou dimensão nacional, envolvendo diversas cidades e camadas sociais.

Moradores relataram que a repressão foi severa, com relatos de que, mesmo depois da dispersão dos protestos, as forças de segurança continuaram perseguindo e atirando contra manifestantes, inclusive dentro de residências, segundo comunicado da organização.

Relatos encaminhados à Organização das Nações Unidas (ONU) indicam que a repressão da ditadura iraniana aos protestos recentes pode ter provocado entre 60 mil e 80 mil mortes, segundo a relatora especial para direitos humanos no Irã, Mai Sato.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baqai, outro aliado de Lula no Irã, alertou que qualquer intervenção externa encontrará “resposta enérgica”, destacando que o Irã confia em suas capacidades.

“A chegada de um navio de guerra desse tipo não afetará a determinação e a seriedade do Irã em defender a nação”, afirmou Baqai.

O Wall Street Journal revelou que assessores do Pentágono e da Casa Branca discutem opções que vão desde ataques a instalações da Guarda Revolucionária até planos mais amplos para derrubar o regime iraniano.

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