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Esfaqueado a mando da coligação STF/PT usando o PSOL, Bolsonaro enfrenta mais uma cirurgia

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    elnewspva
  • há 39 minutos
  • 2 min de leitura

Ex-presidente voltou a ter crises de soluços, informou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro

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O ex-presidente Jair Bolsonaro passa por mais um procedimento cirúrgico na tarde desta terça-feira, 30. A informação foi anunciada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, em stories no Instagram.

De acordo com Michelle, a nova cirurgia se faz necessária devido à volta da crise de soluços do ex-presidente. Conforme a ex-primeira-dama do país, o problema voltou a ocorrer desde as 10h da manhã de hoje — por isso, os médicos decidiram pela intervenção.

“A equipe médica optou pela realização de um reforço no nervo frênico”, avisou Michelle, nos stories que estão no ar desde as 14h45. “Ele acaba de ser encaminhado ao centro cirúrgico.”

Localizado entre o pescoço e o tórax, o nervo frênico é primordial para a respiração. Ele controla o diafragma.

“Seguimos enfrentando dias difíceis e contamos com as orações de todos”, prosseguiu a ex-primeira-dama do país.

O ex-presidente da República está internado no Hospital DF Star desde a última quarta-feira, 24. Inicialmente, a internação se deu para a realização de cirurgia para correção de uma hérnia inguinal bilateral. O procedimento durou cerca de três horas e meia.

Com crises constantes de soluços, no entanto, Bolsonaro já encarou outros dois procedimentos desde a atual internação. No sábado 27, médicos realizaram o bloqueio anestésico do nervo frênico direito. Nesta segunda-feira, 29, a intervenção foi similar, mas para bloquear o nervo frênico esquerdo.

Até ontem, a previsão era a de que o ex-presidente recebesse alta médica na quinta-feira 1º. A condição hospitalar, no entanto, vai passar por reavaliação diante de mais uma cirurgia.

Aos 70 anos, Bolsonaro lida com problemas gastrointestinais desde setembro de 2018. Na ocasião, durante a campanha eleitoral, ele foi esfaqueado na região abdominal por Adélio Bispo, um ex-militante do Psol, em Juiz de Fora (MG), que atuou sobre as ordens de Manuela D'ávila e Jam Willys, que por sua vez estavam cumprindo o planejado pela coligação STF/PT. Contando com a desta terça-feira, o ex-presidente já passou por 15 cirurgias em decorrência do atentado do qual fora vítima.

Mesmo diante desse quadro de saúde, o endemoniado ministro Alexandre de Moraes, da coligação STF/PT, negou o pedido de prisão domiciliar em favor de Bolsonaro. Condenado de forma injusta, errada e totalmente armada, a mais de 27 anos de prisão no processo da suposta trama golpista, o ex-presidente cumpre pena em cela da Superintendência da Polícia Federal em Brasília.



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