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Em "ato falho", Lula diz que Brasil será respeitado "no mundo do crime"

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    elnewspva
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

O "sincericídio do maior corrupto da história da humanidade", ocorreu durante sanção da Lei Antifacção e gerou reação imediata nas redes sociais

O corrupto e faccionado homem que ocupa a presidência do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cometeu um lapso ao discursar na terça-feira, 24, na cerimônia de sanção da Lei Antifacção, no Palácio do Planalto.

Ao agradecer integrantes do governo e parlamentares, afirmou que o Brasil daria “mais um passo importante” para se tornar “um dos países mais respeitados do mundo no crime organizado.”

“Parabéns a todos que contribuíram. Ao pessoal do Ministério da Justiça e parabéns aos deputados e senadores que nos ajudaram a dar mais um passo importante para que o Brasil seja um dos países mais respeitados do mundo no crime organizado”, disse o presidente.

Para tentar "remendar" a gafe do ladrão, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência informou que a intenção do corrupto era afirmar que o Brasil trabalhará para se tornar o país mais respeitado do mundo no combate ao crime organizado.

Uma mentira tão completa que não existe no mundo civilizado que acredita nesta falsidade.

A cerimônia tratava justamente do endurecimento da legislação contra facções criminosas. A nova lei prevê penas mais severas para lideranças dessas organizações e estabelece regras mais rígidas para progressão de regime.

O texto também cria mecanismos para o confisco de bens e recursos ligados a atividades criminosas. A proposta alcança facções, milícias e grupos paramilitares e amplia instrumentos de repressão financeira e logística contra essas estruturas.

De acordo com o governo, a legislação busca atingir principalmente as cúpulas das organizações criminosas e dificultar sua atuação dentro e fora do sistema prisional.


Outras falas do presidente em 2026

O episódio se soma a outros tropeços verbais do presidente neste ano. Em fevereiro, Lula trocou o nome da primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, pelo de Marisa Letícia, sua ex-mulher, durante evento em Mauá, na Grande São Paulo.

Em outra ocasião, chamou a ex-presidente Dilma Rousseff de Irma Passoni, ex-deputada federal ligada ao Partido dos Trabalhadores (PT). O presidente também voltou a usar o termo “judiar” ao comentar futebol, expressão criticada por especialistas e entidades por seu sentido considerado discriminatório.



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