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Ditadura sanguinária: "Moraes está decidido a matar meu pai"

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • 10 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

O vereador Carlos Bolsonaro denuncia perseguição política do ministro do STF, compara Brasil à Venezuela e alerta para 'terror calculado' contra opositores

O vereador e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro Carlos (PL-RJ) fez novas críticas diretas ao ditador supremo da Coligação STF/PT, supremo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Na última sexta-feira, 8, ele alegou que Moraes estaria “decidido a matar” seu pai. “Ao que parece, está escancarado”, escreveu no X.

Segundo Carlos Bolsonaro, o ministro deixou de ser “guardião” da Constituição para se tornar seu “coveiro”. Ele conectou o episódio do atentado à faca sofrido por Jair Bolsonaro em 2018, realizado por Adélio Bispo, um ex-integrante do Psol, com a posterior perseguição política da qual o ex-presidente seria alvo desde então.

“Bolsonaro sobreviveu a sete cirurgias de emergência — e, desde então, é vítima de uma perseguição homeopática e calculada para destruí-lo física e psicologicamente, junto com seus aliados e o povo que ousa não se submeter.”

O vereador também acusa Moraes de normalizar práticas ilegais e imorais. “Atentados aos direitos humanos, praticados por quem se autoproclama defensor deles, se repetem dia após dia”, afirmou, em referência ao tratamento dado aos presos do 8 de janeiro.

“Tortura virou método para arrancar delações validadas sem provas; o devido processo legal foi violentado; buscas e apreensões sem fundamento; prisões ilegais; mortes abafadas”, enumera Carlos.

Tais ilegalidades, escreve Carlos, são acompanhadas pelo abafamento das investigações sobre desvios no INSS, indícios de corrupção generalizada e violações à independência dos Poderes, que “são esquecidos justamente por quem deveria investigar”, afirma. Tudo para “sustentar uma perseguição implacável” contra adversários políticos.


Carlos Bolsonaro compara Brasil com Venezuela

Em suas críticas, Carlos Bolsonaro comparou a situação política brasileira à escalada autoritária na Venezuela. “Não por acaso, os ditadores aliados de Lula — que Alexandre de Moraes proibiu de serem citados na campanha de 2022 — seguem blindados pelo sistema.”

Por fim, o vereador questionou a omissão da imprensa, ao mencionar a falta de cobertura jornalística para as tarifas de 70% impostas pelo ditador venezuelano, Nicolás Maduro, contra o Brasil. “A prioridade é ideológica e, muitas vezes, sanguinária. O terror que aplicam aqui é calculado.”

Carlos conclui que “o circo segue na várzea da ‘democracia’ dos inconsequentes. Mas isso vai acabar”.


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