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Ditador sanguinário, Moraes nega ida de Bolsonaro, com traumatismo craniano, ao hospital

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    elnewspva
  • há 2 horas
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Ditador da Coligação STF/PT exige, em despacho, apresentação de laudo médico para reavaliar encaminhamento ou não ao DF Star

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O ditador sanguinário e ministro da Coligação STF/PT, negou o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para autorizá-lo a realizar exames em um hospital. O ditador requisitou aos advogados o detalhamento dos exames necessários para analisar se poderiam ser realizados no próprio sistema penitenciário.

Depois da decisão, os advogados do ex-presidente apresentaram a lista de exames solicitados e reiteraram o pedido para realizar imediatamente os procedimentos em um hospital particular.

A defesa do ex-presidente fundamentou o pedido em um relatório do médico Brasil Ramos Caiado, que descreveu sintomas de traumatismo craniano, síncope (desmaio) noturna, crise convulsiva ainda a esclarecer, perda temporária de memória e ferimento na cabeça.

A lista de exames recomendados inclui tomografia computadorizada de crânio, ressonância magnética e eletroencefalograma.

Depois de cair durante a madrugada desta terça-feira, 6, na cela onde cumpre pena, Bolsonaro recebeu atendimento médico da Polícia Federal (PF), em Brasília, mas a corporação não o encaminhou ao hospital.

O ex-presidente, de 70 anos, sentiu-se mal e bateu a cabeça em um móvel, conforme relato da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro nas redes sociais, posteriormente confirmado pelo cirurgião Claudio Birolini, que atestou traumatismo cranioencefálico.

Ao longo do dia, uma reviravolta marcou a condução da PF em relação ao atendimento médico do ex-presidente. Inicialmente, a corporação confirmou que levaria o ex-presidente ao Hospital DF Star para exames, mas recuou e condicionou o traslado à autorização do STF.

Moraes já havia decidido que, em situações de emergência, o encaminhamento médico pode ocorrer sem necessidade de solicitação prévia. No entanto, a PF afirmou que não considera o caso emergencial.


Bolsonaro se recupera de cirurgia recente

O incidente ocorre dias depois de Bolsonaro ter recebido alta do Hospital DF Star, onde ficou nove dias internado depois da cirurgia para correção de hérnia inguinal bilateral e bloqueio do nervo frênico, procedimento realizado para conter crises persistentes de soluço.

A internação começou em 24 de dezembro e terminou em 1º de janeiro. Desde o retorno à custódia da PF, aliados relataram melhora nas crises de soluço, apesar de queixas sobre dificuldades para dormir em razão do barulho do ar-condicionado da cela.

Preso desde o fim de novembro, Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, determinada pelo STF por suposto envolvimento na chamada “trama golpista”.


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