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Deputados propõem moção de aplauso a Daniel Silveira por atuação na segurança pública

  • Foto do escritor: Ely Leal
    Ely Leal
  • 20 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura

Cabo Gilberto Silva (PL-PB) lidera moção em homenagem ao ex-parlamentar

Um grupo de parlamentares de oposição apresentou uma moção de aplauso ao ex-deputado federal e policial militar Daniel Silveira. O deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB) liderou a iniciativa, que contou com o apoio de outros oito congressistas.

O grupo encaminhou o pedido à Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados. Integrantes do colegiado devem votar o requerimento no começo da próxima semana.

Além de articular a apresentação do pedido, subscreveram o requerimento os deputados Rodrigo Valadares (União-SE), Carlos Jordy (PL-RJ), Zé Trovão (PL-SC), André Fernandes (PL-CE), Bibo Nunes (PL-RS), General Pazuello (PL-RJ), Gustavo Gayer (PL-GO) e General Girão (PL-RN).


O histórico de Daniel Silveira

Daniel Silveira começou a carreira como policial militar no Estado do Rio de Janeiro. De acordo com os deputados, o ex-colega atuou com “bravura” na corporação antes de ingressar na política e ser eleito para uma vaga na Câmara.

“É inegável que, durante seu mandato, Daniel Silveira enfrentou desafios econtrovérsias, sendo alvo do que muitos consideram uma severa perseguição política”, diz o requerimento. “Independentemente das diferentes perspectivas sobre os eventos que marcaram sua trajetória política recente, sua resiliência e a defesa de seus princípios merecem registro.”

Enquanto deputado, Silveira assumiu a 1ª vice-presidência da Comissão de Segurança Pública na Casa. Segundo os colegas, contribuiu com debates relevantes sobre a reforma da Previdência e a proteção social dos militares.


A prisão do ex-deputado

Daniel Silveira cumpre pena em regime semiaberto, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) negou, por 9 votos a 2, o pedido para que ele deixe a prisão para estudar ou trabalhar. O julgamento ocorreu no plenário virtual.

A defesa afirmou que a proibição de sair para atividades externas equivale a um regime fechado. No entanto, o ministro Alexandre de Moraes alegou que Silveira já realiza atividades laborativas e educacionais dentro da colônia agrícola onde está detido. Por isso, ele rejeitou o pedido, mantendo as condições atuais do cumprimento da pena.


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