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Cínico e dissimulado, ditador Barroso do STF vem a Cuiabá para divulgar narrativas falsas

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • 19 de ago. de 2025
  • 3 min de leitura

Cercado por parte da imprensa servil e comunista de Mato Grosso, ditador de toga se sentiu a vontade para dizer que "...não existe ditadura no Brasil..." na visão, que promove censura, torturas e assassinatos além de rasgar a constituição

Um dos líderes da Coligação Política STF/PT e autor de frases memoráveis como; "perdeu mané, não amola", "derrotamos o Bolsonarismo" e "O STF deixou de ser um órgão técnico para ser protagonista político", o Ditador Luiz Roberto Barroso, vulgo Barroso, esteve em Cuiabá para ampliar suas narrativas falsas em evento feito sob medida para seu grupelho de apaniguados.

Cercado pela imprensa servil, comunista e com baixa cognição mental, ele afirmou entre outras pérolas, que não vai se aposentar e que está feliz no cargo para o qual não foi eleito, mas indicado.

A frase foi dita após perder o vista de entrada nos Estados Unidos, por ser qualificado como um dos fundadores da ditadura, extirpando a democracia do Brasil, perseguindo a ideologia de direita e de estar em risco de ser alcançado pela Lei Magnistky, por ser usurpador dos direitos humanos, podendo perder alguns milhões de dolares, até em imóveis de luxo, da imensa fortuna que amealhou com seu escritório de advocacia que mantém no Rio de Janeiro para atender as causas que ele mesmo julga no STF.

Ainda para a imprensa genefluxo de Cuiabá, sobre a ditadura instalada no Brasil, Barroso disse a frase mais cínica e hipócrita de todas as que proferiu em solo mato-grossense; "Só afirma isso quem não viveu uma ditadura. Ditaduras são regimes políticos em que há absoluta falta de liberdade, em que há tortura, censura, pessoas que vão para o exílio, ou que são aposentadas compulsoriamente. Nada disso acontece no Brasil", afirmou o ditador, despudoradamente.

Sobre viver em ditaduras, o Jornalista que a esta subscreve, viveu e trabalhou no período militar 1964-1985 e afirma que a atual deitadura é, sob todos os aspectos, mais cruel e sanguinária.

Sobre a falta de liberdade, apenas no interior e em pequenos veículos se pode ainda exercer o Jornalismo crítico, porque nos grandes centros, emissoras como Jovem Pan e Jornalistas como Rodrigo Constantino, Fiuza, Paulo Figueiredo, Ernesto Lacombe, Oswaldo Eustáquio e outros, são testemunhas vivas da falta de verdade, no vaticínio do ditador. Todos exilados.

A tortura pode-se contrapor com a morte do Clezão nas masmorras da gestapo do Alexandre, sob tutela do estado e com pedidos de soltura da PGR e dos advogados de defesa.

Pessoas estão as dezenas no exílio para fugir da prisão injusta do crime de falar, de que são acusados.

Censura pode-se falar em dezenas de ordens secretas emitidas para as big tech de censura para derrubar perfil inteiro, ou da redação da revista Cruzoé, invadida, censurada e proibida de publicar a reportagem "O amigo do amigo do meu pai".

Sobre pessoas serem aposentadas compulsoriamente, temos o caso exemplar da Juiza Ludmila do Rio de Janeiro que foi aposentada muito jovem, não por nenhuma corrupção, mas por se posicionar contra a tirania e a ditadura da toga, no STF.

A prisão de Daniel Silveira e a perseguição contra o Senador Marcos Duval,são provas inequívocas de que "processo legal", jamais foi respeitado, cumprido ou seguido pela Coligação STF/PT que implantou a ditadura no Brasil.

A imprensa venal, preguiçosa e esequerdopata de Cuiabá, sequer contra-argumentou com narrativas falaciosas dita pelo ditador em visita ao estado.






Ely Leal - Redação

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