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Cotriguaçu decreta estado de emergência após temporal e destruição

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 10 horas
  • 3 min de leitura

A prefeitura também está autorizada a convocar voluntários e promover campanhas de arrecadação de recursos para auxiliar no atendimento às famílias atingidas

Forte tempestade em Cotriguaçu (MT) arrastou uma casa, derrubou uma ponte e causou alagamentos. Chuva intensa durou horas e deixou moradores ilhados.

A chuva começou ainda de madrugada, por volta das 4h do dia 20, e só deu trégua perto das 10h. Foram horas de água descendo com força, sem dar tempo de escoar. O resultado apareceu rápido no chão: estrada de terra virou lama funda, córrego saiu do leito e comunidades ficaram isoladas. Em situações assim, cada hora conta, seja para salvar bens, seja para garantir passagem de ambulância ou caminhão.


Impacto no produtor

No interior, quando uma ponte cai, não é só concreto que vai embora. Some o caminho para levar leite, buscar ração, escoar produção ou chegar na cidade para resolver papelada. Em Nova União, a queda da ponte interrompeu o trânsito local e deixou moradores ilhados. Para quem depende da estrada todo dia, o prejuízo não fica só na conta da prefeitura, ele entra direto na rotina da propriedade.

A casa arrastada pela enxurrada mostra a força da água acumulada. Mesmo sendo construção simples, de madeira, é o tipo de cena que preocupa todo mundo que mora próximo de curso d’água. Em época de chuva forte, barranco cede, aterro não segura e o risco aumenta. Até o momento, não havia informação de feridos, o que alivia um pouco, mas o susto e as perdas materiais ficam.

O decreto foi assinado pelo prefeito Moisés Ferreira de Jesus (União) e tem validade de 180 dias.

De acordo com a publicação, as chuvas intensas causaram destruição de casas, estradas, pontes e bueiros, além de alagamentos que resultaram na interdição de vias municipais e estaduais. A situação colocou moradores em risco e gerou sérios transtornos à população.

O decreto foi assinado pelo prefeito Moisés Ferreira de Jesus (União) e tem validade de 180 dias.

O decreto reconhece oficialmente a situação anormal provocada pelo evento climático classificado como “Chuvas Intensas”, conforme a codificação da Classificação e Codificação Brasileira de Desastres (Cobrade). A medida permite a mobilização de todos os órgãos municipais, sob coordenação da Defesa Civil, para atuar nas ações de resposta ao desastre, reabilitação das áreas afetadas e reconstrução da infraestrutura danificada.

A prefeitura também está autorizada a convocar voluntários e promover campanhas de arrecadação de recursos para auxiliar no atendimento às famílias atingidas. Em casos de risco iminente, agentes da Defesa Civil poderão entrar em casas para prestar socorro ou determinar a evacuação de moradores, além de utilizar propriedades particulares para evitar danos maiores, com garantia de indenização quando houver prejuízo.

O decreto ainda prevê a possibilidade de desapropriação de imóveis localizados em áreas de risco elevado e dispensa de licitação para a contratação de serviços, obras e aquisição de bens necessários às ações emergenciais, desde que os contratos sejam concluídos em até um ano.


Previsão preocupa

A situação deve permanecer crítica nos próximos dias. De acordo com o Climatempo, a previsão indica continuidade das chuvas até a próxima semana, com registro de precipitações todos os dias na região. Diante do cenário, a Defesa Civil orienta que moradores de áreas consideradas de risco redobrem a atenção, evitem transitar por locais alagados e sigam as orientações das autoridades enquanto persistirem as condições climáticas adversas.

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