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Cel. Fernanda rebate críticas sobre emenda à escala 6x1: ‘não está obrigando ninguém a trabalhar mais’

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    elnewspva
  • há 13 horas
  • 2 min de leitura

Segundo a deputada, a ampliação dependeria de acordo entre as categorias e não seria imposta aos trabalhadores

A deputada federal Coronel Fernanda (PL) usou as redes sociais para responder às críticas após assinar a emenda do deputado Sérgio Turra (PP-RS), que altera a proposta sobre o fim da escala 6x1 e permite jornadas possa chegar até 52 horas semanais mediante acordo coletivo ou individual.

No vídeo, ela afirmou que a assinatura não significa apoio automático ao texto e explicou que o objetivo foi permitir que a proposta avance para discussão no plenário da Câmara dos Deputados.

“Isso é um projeto, não é lei. As assinaturas são para que o projeto possa ir ao plenário e ser discutido”, declarou.

Além de Coronel Fernanda, também assinaram a matéria os deputados federais de Mato Grosso Juarez Costa (Republicanos), Rodrigo da Zaeli (PL), Nelson Barbudo (Podemos), Fábio Garcia (União) e José Medeiros (PL).

A proposta estabelece jornada regular de oito horas diárias e 40 horas semanais, mas prevê possibilidade de ampliação em até 30% por meio de negociação entre trabalhadores e empregadores. Na prática, a carga horária poderia chegar a 52 horas semanais.

Segundo a deputada, a ampliação dependeria de acordo entre as categorias e não seria imposta aos trabalhadores.

“Cada categoria vai ter o direito de discutir se quer aquela carga horária maior, exatamente para poder ganhar mais. Ele não está obrigando ninguém a trabalhar mais”, afirmou.

Ela também criticou as reações nas redes sociais e defendeu que o debate ocorra dentro do Congresso.

“O projeto tem que ir para o plenário. Lá nós vamos discutir se ele é certo, se ele é errado e o que pode ser aproveitado”, disse.

A emenda apresentada por Sérgio Turra recebeu 176 assinaturas e também prevê redução de 50% da contribuição ao FGTS para empresas que adotarem o fim da escala 6x1. O texto estabelece que as mudanças só passariam a valer a partir de 2036.


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